Em 2012 o estacionamento da Arena da Floresta, no Segundo Distrito de Rio Branco, foi tomado não por carros e motos de torcedores ávidos por assistir a algum clássico do Campeonato Acreano. Naquela ocasião, o local estava abarrotado de tratores, retroescavadeiras, colheitadeiras, picapes traçadas entre outros equipamentos que prometiam fazer do Acre a nova fronteira agrícola do país.

Passados oito anos desde então, todo este maquinário – avaliado à época em R$ 36 milhões – desapareceu. É o que aponta relatório produzido pela equipe do novo governo que assumiu no último dia 1º. Tanto as equipes do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre) quanto da Secretaria de Agricultura não sabem onde todos estes gigantes de alto valor no mercado foram parar.

Há relatos de sucateamento e deterioração, com o furto de peças que chegam a custar mais de R$ 100 mil. Outra constatação é que alguns estão encostados em propriedades privadas, sofrendo com a ação do sol e da chuva.

Equipamentos entregues há quase dois anos em solenidade em frente ao Palácio Rio Branco com a promessa de beneficiar o setor rural também estão com o paradeiro desconhecido.

Em 2012 o estacionamento da Arena da Floresta, no Segundo Distrito de Rio Branco, foi tomado não por carros e motos de torcedores ávidos por assistir a algum clássico do Campeonato Acreano. Naquela ocasião, o local estava abarrotado de tratores, retroescavadeiras, colheitadeiras, picapes traçadas entre outros equipamentos que prometiam fazer do Acre a nova fronteira agrícola do país.

Passados oito anos desde então, todo este maquinário – avaliado à época em R$ 36 milhões – desapareceu. É o que aponta relatório produzido pela equipe do novo governo que assumiu no último dia 1º. Tanto as equipes do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre) quanto da Secretaria de Agricultura não sabem onde todos estes gigantes de alto valor no mercado foram parar.

Há relatos de sucateamento e deterioração, com o furto de peças que chegam a custar mais de R$ 100 mil. Outra constatação é que alguns estão encostados em propriedades privadas, sofrendo com a ação do sol e da chuva.

Equipamentos entregues há quase dois anos em solenidade em frente ao Palácio Rio Branco com a promessa de beneficiar o setor rural também estão com o paradeiro desconhecido.

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