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Identificadas as seis pessoas mortas em trágico acidente na BR 364

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Com Mário Andreazza

As vítimas fatais do acidente entre um Volkswagen Gol e uma Toyota Corolla na noite desse sábado (12) na BR-364, cerca de 45 km do perímetro urbano de Campo Novo do Parecis (400 km da Capital), foram identificadas como Wellington Silva Santos, 29 anos, Rosângela Silva do Nascimento, 25, Josefa Antônia da Silva, 62, Maria Isaura da Silva, 82, e duas crianças, 2 e 5 anos, nomes não divulgados.

As seis vítimas foram arremessadas dos carros no momento da batida traseira entre os veículos e encontradas mortas na rodovia.

Elisângela da Silva Souza, 39 anos, João do Santos, 31, Rosivaldo do Nascimento Silva, 27, e mais um que não teve o nome divulgado, foram resgatados entre as ferragens dos carros e encaminhados com vida, porém, em estado grave, ao hospital do município.

Ainda não há informações oficiais das circunstâncias do acidente, mas de acordo com as primeiras informações, o Corolla, que tinha 7 ocupantes, teria batido violentamente na traseira do Gol, que era ocupado por três pessoas.

Devido ao forte impacto da batida, além das mortes e o quadro clínico grave das vítimas encaminhadas ao hospital, os dois carros ficaram completamente destruídos e viraram um ‘monte de ferros retorcido.

A Polícia Militar (PM) isolou o local e comunicou o fato à Delegacia de Polícia Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsáveis pelos procedimentos no andamento da ocorrência.

Os peritos analisaram as condições em que os corpos foram encontrados e todo o perímetro para coletar informações das causas do acidente. Um fato que chamou atenção foi a não identificação de marcas de frenagem no asfalto. Em seguida, os cadáveres foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), onde passaram por exame de necropsia.

Os investigadores acompanharam os trabalhos no local, coletaram informações preliminares com a perícia e aguardam laudo técnico com mais informações que darão base à apuração dos fatos.

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Julho registra temperatura média mais alta da história 

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Termômetros registraram temperatura média de 22,8ºC

Alta temperatura em São Paulo

Por Eduardo Cupertino

Mesmo no inverno, os termômetros brasileiros registraram um mês quente com as temperaturas mais altas dos últimos 61 anos.

Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) revelam que a temperatura média do mês de julho chegou a 22,8ºC, um aumento de 0,82 grau acima da média histórica registrada em 2015, fazendo de julho de 2022 o mais quente que se tem registro na história do Brasil para o período.

A meteorologista do Inmet Danielle Barros explica que, nos últimos anos, o país tem registrado invernos mais quentes.

“A gente está tendo invernos mais quentes, principalmente nos últimos 10 anos. Isso aí pode estar relacionado muito à persistência de massas de ar quente sobre a região central. O que é comum, mas elas estão mais frequentes. Aumento também das áreas mais desmatadas que estão levando pouca chuva para região central nessa época do ano”, afirmou.

Mas esse evento não está restrito ao Brasil. A Agência Estatal de Meteorologia da Espanha, por exemplo, que fica no lado norte do hemisfério terrestre, também registrou recorde em julho ao atingir uma temperatura média de 25,6°C. Os países do Hemisfério Norte estão no verão.

Outro caso foi no Reino Unido, com o registro da temperatura mais alta de sua história. Segundo o serviço nacional de meteorologia do Reino Unido, os termômetros de Londres marcaram 40,2ºC.

Para agosto, a meteorologista do Inmet também prevê temperaturas altas. “Eu acredito que as temperaturas em agosto possam ser acima da média, mas não tanto quanto essas de julho. Foi um mês atípico.”

 

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Incêndios florestais atingem França e milhares são retirados de casas

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Mais de mil bombeiros lutam contra o fogo em Gironde

Por Stephane Mahe e Layli Foroudi – Repórteres da Reuters – Hostens (França)

Um incêndio florestal avança pela região de Gironde, no sudoeste da França, nesta quarta-feira (10), destruindo casas e forçando a retirada de milhares de moradores. Alguns sobem para os telhados quando as chamas se aproximam.

Mais de mil bombeiros, apoiados por aviões, lutam contra o fogo, que devastou mais de 6 mil hectares e ainda está fora de controle.

A França, como o restante da Europa, enfrenta sucessivas ondas de calor e a pior seca já registrada. Dezenas de incêndios florestais ocorrem em todo o país, incluindo pelo menos quatro grandes.

Na localidade de Hostens, no Gironde, a polícia foi de porta em porta pedindo aos moradores que saiam, enquanto o fogo avança. Camille Delay partiu com seu parceiro e o filho, levando dois gatos, galinhas e documentos do seguro da casa.

“Todo mundo na vila subiu nos telhados para ver o que estava acontecendo – em dez minutos, uma pequena nuvem de fumaça ficou enorme”, disse a mulher, de 30 anos, à Reuters por telefone.

A autoridade local de Gironde descreveu o incêndio como “desenfreado”.

Bombeiros disseram que mais retiradas são prováveis. Mesmo assim, alguns moradores de Hostens relutam em abandonar suas casas.

“É complicado ir com os cachorros e não podemos deixá-los aqui”, disse Allisson Horan, de 18 anos, que ficou com o pai.

O incêndio florestal de Gironde é um dos muitos que ocorreram em toda a Europa neste verão, desencadeados por ondas de calor que levaram a temperaturas recordes em algumas áreas.

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Motociclista que escorregou em canaleta de posto de gasolina deve ser indenizado em R$ 7 mil

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Sentença foi emitida pela 5ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco que considerou a culpa concorrente do motorista no acidente

Um motociclista que escorregou em canaleta de posto de gasolina deve receber R$7.637,50 de indenização por danos morais e estéticos. Na sentença da 5ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco foi considerado que o motorista teve parte da responsabilidade pelo acidente e ainda que o autor recebeu o seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vida Terrestre).

O autor relatou que, em 2015, ao sair do posto de gasolina sofreu um acidente, quando passou com sua motocicleta por uma canaleta, escorreu e caiu, fraturando o cotovelo esquerdo. Mas, por causa de problemas cardíacos só pode fazer a cirurgia um mês depois, por isso, ficou com sequela definitiva e limitações do movimento. Ele disse que precisou fazer empréstimos para pagar as contas, pois ficou afastado do trabalho.

Ao debruçar-se sobre caso, a juíza de Direito Olívia Ribeiro, titular da unidade judiciária, discorreu sobre a comprovação dos danos estéticos sofridos pelo autor. “Em depoimento colhido em audiência, o autor relatou as dores e as dificuldades enfrentadas pela limitação dos movimentos, mesmo após longo lapso temporal desde o acidente. A limitação dos movimentos restou confirmada pela perícia médica, atestando os danos à personalidade do autor”.

A magistrada pode constatar que as grades de proteção foram providenciadas depois do acidente do autor. “Neste ponto, destaco que, em audiência de instrução, quando ouvido o represente da parte demandada, restou claro que a sinalização do local (para evitar acidentes) e as grades de proteção somente foram providenciadas após o acidente”.

Culpa concorrente

Contudo, a magistrada verificou que a conduta do motociclista contribuiu para o acidente, utilizando um caminho diferente do mais adequado para sair do estabelecimento.

“(…) observo que as canaletas são obrigatórias pela legislação e são visíveis a qualquer cidadão que ali transita. E, conforme restou assentado nos depoimentos da parte autora, do representante legal da empresa requerida e da testemunha (ouvida como informante), o autor utilizou caminho diverso domais adequado para a saída do estabelecimento (nos termos do depoimento da parte autora, utilizou-se de “desvio”). Logo, tivesse se utilizado do fluxo normal de veículos poderia evitar o acidente”, registrou Ribeiro.

Dessa forma, a magistrada fixou a indenização em danos morais e estéticos no valor de R$ 10 mil. Mas, como o autor recebeu R$ 2.362,50, do seguro DPVAT, o montante foi estabelecido nos R$ 7 mil.

Pedido negado

Além disso, o pedido de indenização por danos materiais também foi negado. Conforme, Olívia verificou, os empréstimos contraídos pelo motorista foram feitos antes do acidente. A juíza também explicou que o autor não apresentou comprovações dos rendimentos para mostrar os valores que deixou de receber com o afastamento do trabalho.

“Em análise do depoimento do autor foi possível identificar que os empréstimos foram contraídos para fazer frente às despesas que o autor tinha contraído antes do acidente e que o benefício do INSS não conseguiu cobrir”, anotou a magistrada.

Processo n.° 0704440-98.2017.8.01.0001

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