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Acre

Jornalista diz que base do governo de Tião Viana está ‘esfarelada’

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A base do governo ficou restrita aos deputados Astério Moreira, Jamil Asfury, Ney Amorim, Geraldo Pereira, Elson Santiago e Helder Paiva.

Da Redação, com Agências

O clima político na base do governo de Tião Viana (PT) é de zorra total.  A observação foi feita neste sábado pelo colunista político Luís Carlos Moreira Jorge, em sua coluna diária no jornal A Gazeta.

“Não consigo entender como o Tião, que é do ramo político, deixa sua base de apoio se esfarelar na Aleac por coisas pequenas”, disse Moreira, que esticou: “A base do governo está restrita a seis deputados”. Vejam as notas:

Momento crítico

O governador Tião Viana vive o momento mais crítico da sua administração. A sua sorte é que a eleição é no próximo ano. E como eleição é momento poderá estar bem e se reeleger. Não consigo entender como o Tião, que é do ramo político, deixa sua base de apoio se esfarelar na Aleac por coisas pequenas. Essa briga com os secretários é um exemplo. A não liberação de emendas outro entrave. Isso se resolve com diálogo, jamais com cabo-de-guerra. Sabe disso.

Grupo majoritário

Caso se mantenha, somando os votos da oposição, o grupo rebelde aprova o que quer na Aleac, pois , teria 15 votos. Os deputados que restaram fiéis ao governo seriam apenas seis.

Minoria de votos

A base do governo ficou restrita aos deputados Astério Moreira, Jamil Asfury, Ney Amorim, Geraldo Pereira, Elson Santiago e Helder Paiva, número insuficiente para barrar a manobra.

Zorra total

O clima na base do governo é de zorra total, ninguém manda em ninguém. Ontem, fizeram um pacto de não retirarem as suas assinaturas da PEC que acaba as pensões de ex-governadores.

Leia mais na coluna do Crica

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Acre

Durante Operação Guardiões do Bioma, PM prende cinco pessoas por desmatamento ilegal

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Assessoria de Comunicação da PMAC

Deflagrada sua segunda fase na última sexta-feira, 1°, em todo o Estado do Acre, a “Operação Guardiões do Bioma”, do Governo Federal, tem surtido efeitos. Duas prisões ocorreram pela Polícia Militar do Acre (PMAC) na Zona Rural de Rio Branco e Feijó.

O primeiro fato ocorreu no Ramal Capela, Rodovia AC 90, após uma equipe do 1° Batalhão, que se encontrava na Operação, realizar patrulhamento de rotina e encontrar duas motocicletas as margens da rodovia. Após incursão na mata foi possível abordar dois cidadãos. A dupla estava com uma motosserra, serrando uma castanheira.

O segundo fato ocorreu em Feijó, após averiguação de desmatamento ilegal. A equipe do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) realizou a prisão de três pessoas e apreendeu quatro motosserras. O trio estaria desmatando árvores no local. Ainda foi apreendido 14 terçados e três foices.

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Acre

Suspeito de matar ex com tiro na cabeça é preso pela Polícia Civil em Rio Branco

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Crime ocorreu no último dia 12 de junho no bairro Triângulo Novo. Polícia informou que ele também estava foragido por ter rompido tornozeleira eletrônica enquanto cumpria pena por tráfico de drogas.

Homem, de 23 anos, foi preso nessa sexta-feira (1), no bairro Triângulo Novo, mesmo local onde a jovem foi morta — Foto: Arquivo/PC-AC

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Acre

Mais de 45% da população do Acre está abaixo da linha da pobreza, diz estudo da FGV

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Estudo aponta que o número de pessoas com renda domiciliar per capita de R$ 497 mensais em 2021 aumentou 0.15 ponto percentual desde 2019.

Metade da população do Acre vive em situação de pobreza com renda mensal de meio-salário mínimo, diz Abrinq — Foto: Iryá Rodrigues/G1

Quase metade dos acreanos têm menos de meio salário-mínimo para passar o mês. É o que aponta o Mapa da Nova Pobreza, divulgado esta semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Segundo a fundação, o contingente de pessoas com renda domiciliar per capita até R$ 497 mensais atingiu 45,53% da população total do Acre. Com esse resultado, o Acre ocupa o 13º lugar no ranking dos estados com mais pobres do país. Em 2020 e 2019, ele ocupava a sexta posição.

O objetivo do levantamento, segundo a FGV, é avaliar a evolução espacial da pobreza nos últimos anos. A metodologia da pesquisa considerou os dados microdados da PNAD Contínua Anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo aponta que o número de pessoas viviam abaixo da linha da pobreza em 2021 aumentou 0.15 ponto percentual desde 2019, quando 45,37% da população acreana estava nessas condições. Ou seja, a pobreza aumentou no estado em meio à pandemia da Covid-19.

A capital acreana seguiu essa mesma tendência de alta. Em 2019, antes da pandemia, 32,56% da população vivia abaixo da linha da pobreza. E, no ano passado, já eram 38,29%.

No Brasil, o contingente de pessoas com renda per capita até R$ 497 mensais passou de 62 milhões em 2021, quase 30% da população do país. São 9 milhões a mais do que em 2019. Esses 9 milhões de pessoas é quase a população de Portugal, ou seja, um país inteiro com pessoas que ficaram pobres ao longo da pandemia.

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