O caso ocorrido no mês de setembro de 2017, passou a ser elucidados no ano seguinte, quando a Polícia Civil do município de Xapuri, montou uma equipe coordenada pelo inspetor Eurico Feitosa, que começou a identificar os acusados de envolvimento em um crime bárbaro.

A vítima Almir de Moura Souza, que trabalhava como pedreiro, foi morto a golpe de facão e pedaço de madeira quando saiu de uma festa. Após três meses de trabalhos, cerca de 12 pessoas, entre maiores e menores de idade foram identificadas e detidas, ficando à disposição da justiça.

Cerca de dois anos após o linchamento que assustou os moradores de Xapuri. Localizada a 188km da Capital, 10 pessoas (7 homens e 3 mulheres) serão levadas à júri popular, sendo que 3 já respondem em liberdade, 10 advogados de defesa, 2 promotores e 27 testemunhas arroladas por acusação e defesa.

Ao todo, 17 pessoas foram apontadas pela investigação policial como participantes diretos no crime, sendo que 7 são menores de idade. Sentarão no banco dos réus do Fórum Raimundo Dias Figueiredo em um júri que tem a previsão de ser o mais extenso da história da comarca desde o julgamento de Darly Alves da Silva e seu filho Darcy.

Relembre o caso:

Polícia Civil de Xapuri elucida crime e 12 pessoas envolvidas são identificadas

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