Conecte-se conosco

Geral

Justiça mantém prisão de ex-agente penitenciário que decapitou a esposa

Publicado

em

O crime ocorreu na madrugada do dia 21 de fevereiro deste ano. Depois do homicídio Ivanhoé jogou a cabeça da mulher em frente à casa da sogra.

Com Acjornal.com

O Juiz Alesson Brás, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar, manteve a prisão preventiva do ex-agente penitenciário Ivanhoé de Oliveira Lima, preso por decapitar a própria esposa.

A reavaliação da prisão faz parte de uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça para evitar a proliferação do novo coronavírus no sistema penitenciário.
Na decisão o magistrado argumentou que o processo encontra-se em ordem e não existe qualquer motivo para revogar a prisão preventiva.

O ex-agente penitenciário foi preso em flagrante no dia 21 de fevereiro deste ano por Policiais do Batalhão de Operações Especiais da Policia Militar (BOPE). Ivanhoé estava numa quadra de esportes, localizada no Conjunto Tangará, ingerido bebida alcoólica, quando foi preso.

Horas antes, o ex-agente tinha assassinado e decapitado a própria esposa.  A jovem Larissa Aurélia da Costa Silva de 17 anos foi morta a facadas, no interior da residência do casal, localizada na Vila Jorge Kalume, na Estrada do Barro Vermelho.

O crime ocorreu na madrugada do dia 21 de fevereiro deste ano. Depois do homicídio Ivanhoé jogou a cabeça da mulher em frente à casa da sogra. Em maio deste ano Ivanhoé virou réu pelo crime de homicídio triplamente qualificado com o agravante de feminicídio.

Comentários

Geral

Efetivos das polícias Militar e Civil do Acre estão entre os cinco melhores do país, diz estudo 

Publicado

em

A  segurança pública do Acre aparece mais uma vez com destaque no cenário nacional. Segundo estudo do Observatório de Análises Criminais do Núcleo de Apoio Técnico Ministério Público do Acre (NAT/MPAC), o Acre está na  5ª colocação, dentre as demais unidades da Federação, em números de policiais militares por habitantes.
De acordo com o NAT/MPAC, a média do país é de um policial para cada grupo de 525 habitantes, enquanto, no Acre, a razão é de um policial para cada 390 habitantes.

O estudo aponta ainda que o efetivo da Polícia Civil acreana tem a 2ª melhor razão do país. Nesse aspecto, a média do Brasil é de um policial para cada grupo de 2.290 habitantes. No Acre, para cada grupo de 977 habitantes há um policial civil.

Outro significante dado apurado pelo estudo diz respeito à média de policiais militares por policiais civis.  Enquanto a média nacional é de 4,4 policiais militares para cada policial civil, no Acre, essa diferença cai para 2,5. Nesse comparativo o Estado do Acre aparece com a 3ª menor média do país.

Para o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, coronel Paulo Cézar Rocha dos Santos, os dados apresentados pelo NAT/MPAC representa mais um avanço do Estado nas políticas públicas voltadas ao combate à criminalidade e demonstra “o esforço do Governo Gladson Cameli em posicionar os efetivos das Polícias Militar e Civil entre os cinco melhores do país”.

Comentários

Continue lendo

Geral

Governo promove reunião de comitê de apoio a migrantes

Publicado

em

Como parte da programação da Semana do Migrante, a Secretaria de Estado de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas para Mulheres (SEASDHM) realizou na tarde da quinta-feira, 23, a 3ª Reunião Ordinária do Comitê Estadual de Apoio aos Migrantes, Apátridas e Refugiados do Estado do Acre (Ceamar).

Diversas entidades públicas participaram do encontro online. Foto: Neto Lucena/Secom

Em encontro realizado de maneira híbrida, foram discutidas questões migratórias, a interiorização dos migrantes que se encontram no abrigo do Estado e também foram apresentadas as demandas referentes ao tema, para que haja resolutividade no encaminhamento dessas pessoas.

A interiorização dos migrantes que se encontram no abrigo do Estado e também foram apresentadas. Foto: Clara Vitória/SEASDHM

Maria da Luz França, chefe do Departamento de Proteção e Defesa dos Direitos Humanos da SEASDHM e integrante do comitê, explica que essa é uma das pautas mais importantes e requeridas pelos migrantes. “Não poderíamos deixar de debater isso dentro da semana, que é uma das coisas que eles mais estão pedindo quando vamos no acolhimento na Chácara Aliança”, explicou.

Maria da Luz França destacou a importância da interiorização para os migrantes. Foto: Neto Lucena/Secom

Além de Maria da Luz, estiveram presentes na reunião representantes do Ministério Público (MPAC), da Defensoria Pública da União (DPU) e do Conselho Nacional do Tribunal de Justiça. Outras pautas ainda serão debatidas num encontro no dia 7 de julho.

Webinário

Como parte da programação, na quarta-feira, 22, também foi realizado o webinário 3ª Semana Semana Estadual de Migrantes e Refugiados, com a apresentação de painéis da SEASDHM, Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos SEASDH, MPAC, DPU, da Pastoral do Migrante e do migrante Nelson Jaime Có, natural de Guiné Bissau, e que reside no Brasil desde 2008. O encontro teve como anfitrião o titular da Diretoria de Assistência Social da SEASDHM, João Vitor Gomes, e como moderador o professor Leandro Rosa, psicólogo social e professor da Universidade Federal do Acre.

Na reunião online foram discutidas as políticas referentes aos migrantes acolhidos no estado e de garantia dos seus direitos básicos.

Comentários

Continue lendo

Geral

Denunciado pelo MPAC é condenado a 14 anos em regime fechado por tentativa de feminicídio

Publicado

em

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) conseguiu nesta quarta-feira, 23, a condenação do réu Felismar de Oliveira Fernandes, denunciado por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira, Francisca Costa de Oliveira.

O Júri decidiu pela condenação do acusado conforme o pedido do Ministério Público. A pena definitiva foi fixada em 14 anos e 2 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital.

De acordo com a denúncia do MPAC, no dia 26 de novembro de 2020, o acusado, com vontade de matar, por motivo torpe, utilizando-se de recurso que dificultou a defesa da vítima e num contexto de feminicídio, tentou matar Francisca Costa de Oliveira, mediante golpes de arma branca, sendo certo que apenas não consumou o delito por circunstâncias alheias à sua vontade.

O réu deferiu quatro golpes de faca na sua ex-companheira, nas regiões da mandíbula, tórax, seio esquerdo e região média axilar esquerda, revelando absoluta vontade de matar. Vale pontuar que em setembro de 2020, o acusado agrediu a ofendida, que, na ocasião, postulou medidas protetivas.

Em outubro de 2020 a vítima registrou outro boletim de ocorrência contra a réu. E em novembro de 2020 tentou matá-la.

Ana Paula Pojo – Agência de Notícias do MPAC

Comentários

Continue lendo

Em alta