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Leilão do 5G foi maior certame de radiofrequência da América Latina

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O ministro das Comunicações, Fábio Faria, participa de cerimônia de assinatura de termos de autorização de uso de radiofrequências pelas empresas vencedoras das faixas do leilão do 5G, no Palácio do Planalto

Afirmação é do ministro das Comunicações, Fábio Faria

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse nesta sexta-feira (10) que o leilão do 5G foi um dos processos licitatórios mais importantes do governo federal e o “maior certame de radiofrequências da América Latina”. O ministro participou de encontro promovido pela Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint).

No leilão foram arrecadados R$ 47,2 bilhões. Segundo o ministério, do valor total, R$ 42 bilhões serão revertidos em investimentos para ampliar a conectividade em todo o país.

A expansão do 4G deve beneficiar mais de 7,4 mil distritos, povoados ou comunidades e outras 391 sedes de municípios. Pelos acordos celebrados, 36 mil quilômetros (km) de rodovias federais devem receber o sinal de internet com alta velocidade.

“O 5G chegará a todos os municípios brasileiros até 2029. E aquelas localidades que hoje têm pouca ou nenhuma conexão contarão com o padrão mínimo de quarta geração para redes móveis”, disse o ministro.

Monitoramento

O conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Vicente Aquino disse que a agência vai verificar se as operadoras vencedoras estão cumprindo as contrapartidas assumidas no leilão, como levar conectividade às escolas públicas e para a Amazônia, no âmbito do programa Norte Conectado.

Segundo Aquino, para fazer o monitoramento das operadoras foram criados dois grupos de trabalho, o Grupo de Acompanhamento do Custeio a Projetos de Conectividade de Escolas (Gape) e o Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi).

* Com informações do Ministério das Comunicações 

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Dólar opera em queda, abaixo de R$ 5,40; 3ª semana seguida

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O dólar opera em queda nesta sexta-feira (28), caminhando para 3ª semana seguida no vermelho.

Às 11h17, a moeda norte-americana caía 0,75%, vendida a R$ 5,3824. Veja mais cotações. Na mínima da sessão, chegou a R$ 5,3759.

Na quinta-feira, o dólar fechou em queda de 0,35%, a R$ 5,4228. Com o resultado, acumula queda de 2,73% no mês e no ano.

Cenário

No cenário interno, o IBGE informou que a taxa de desemprego no Brasil recuou para 11,6% no trimestre encerrado em novembro, mas a falta de trabalho ainda atinge 12,4 milhões de brasileiros. Apesar da queda do desemprego, o rendimento real habitual caiu 4,5% frente ao trimestre anterior, para R$ 2.444 – o menor rendimento da série histórica iniciada em 2012.

A FGV informou que o IGP-M, conhecido como inflação do aluguel, ficou em 1,82% em janeiro, acumulando alta de 16,91% em 12 meses. Já as confianças do comércio e dos serviços começaram o ano em queda, recuando a patamares do início de 2021, durante a segunda onda da Covid.

No exterior, os mercados seguem preocupados com a política monetária dos Estados Unidos, ao final de uma semana de bastante volatilidade, em que o Federal Reserve, o BC norte-americano, afirmou que deve começar em breve a subir a taxa de juros do país.

Os mercados também avaliam dados sobre o PIB de alguns países europeus, divulgados mais cedo: na Alemanha, a pandemia voltou a pesar no final do ano, levando a uma queda de 0,7% no quarto trimestre. Já na França a economia cresceu 0,7% no mesmo período.

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Justiça do DF arquiva caso do triplex do Guarujá envolvendo Lula

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A juíza Pollyanna Alves, da 12ª Vara Federal Criminal de Brasília, determinou o arquivamento do processo sobre o triplex do Guarujá envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A decisão, desta quinta-feira (27), ocorre depois que a Procuradoria da República no Distrito Federal pediu o arquivamento do caso.

Em manifestação enviada à Justiça Federal, a procuradora da República Marcia Brandão Zollinger apontou a prescrição (fim do prazo para punição) dos supostos crimes cometidos pelo ex-presidente.

A manifestação foi motivada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que em abril considerou suspeita a atuação do ex-juiz Sérgio Moro no caso e anulou a condenação de Lula.

Com a anulação da condenação, a investigação foi encaminhada para a Justiça Federal em Brasília. Além disso, a investigação teria que recomeçar do zero e não seria possível reaproveitar provas colhidas no processo original, de Curitiba.

Na decisão, a juíza reconhece que houve prescrição, já que o prazo para réus com mais de 70 anos é reduzido pela metade.

“Ressalto, por oportuno, que a prescrição ora reconhecida decorre da anulação promovida pelo Supremo Tribunal Federal de todos os atos praticados pelo então juiz federal Sérgio Fernando Moro”, diz.

“Pelo exposto, acolho a promoção ministerial e determino o arquivamento dos autos”, escreveu.

 

Com informações do G1

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Rússia pode invadir Ucrânia no próximo mês, alerta Biden

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Presidentes dos EUA e da Ucrânia conversaram por telefone

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, alertou para a “forte possibilidade” de a Rússia invadir a Ucrânia no próximo mês, informou a Casa Branca. O anúncio surge depois de conversa telefônica entre Biden e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“O presidente Biden afirmou que existe forte possibilidade de os russos invadirem a Ucrânia em fevereiro”, disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Emily Horne.

Durante a conversa, Biden “reafirmou a prontidão dos Estados Unidos, juntamente com seus aliados e parceiros, para responder de forma decisiva se a Rússia invadir ainda mais a Ucrânia”, acrescentou Emily.

Os EUA estão preparando sanções econômicas severas no caso de um ataque à Ucrânia, estando dispostos a fortalecer a presença militar na Europa Oriental, se necessário. Mas uma intervenção militar norte-americana na Ucrânia, que não é membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), está fora de questão.

Biden e Zelensky repetiram o princípio de que não haveria “decisão sobre a Ucrânia sem a Ucrânia”. Nessa quinta-feira (27), os Estados Unidos solicitaram reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Ucrânia, a primeira vez que o órgão vai discutir oficialmente a crise do país do leste europeu.

Biden também assegurou a Volodymyr Zelensky que a embaixada americana no seu país continua “aberta e totalmente operacional”, embora Washington tenha decidido repatriar as famílias dos seus funcionários diplomáticos.

A Ucrânia criticou a decisão dos EUA de retirarem famílias e o pessoal não essencial da embaixada em Kiev, medida que considera desproporcional.

O presidente norte-americano prometeu ainda apoio adicional de assistência econômica a Kiev.

Este foi o terceiro encontro entre os dois líderes desde dezembro.

Joe Biden manifestou apoio às discussões realizadas no chamado formato diplomático da “Normandia”, ou seja, entre Rússia e Ucrânia, sob mediação da França e da Alemanha.

Para esta sexta-feira, está marcada conversa, por telefone, entre os presidentes da França, Emmanuel Macron, e da Rússia, Vladimir Putin.

O próximo ciclo de encontros está programado para a segunda semana de fevereiro, em Berlim.

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