Jovem disse que procura o pai desde os 15 anos e a última informação que teve dele é de que ele morava no bairro Aeroporto Velho, na capital.

Há mais de 10 anos procurando pelo pai biológico, Érika Melo pede ajuda para encontrar o homem (Foto: Arquivo pessoal)
Por Karolini Oliveira, G1 AC, Rio Branco

Há mais de 10 anos procurando pelo pai, a jovem Érika Melo da Silva, 26 anos, pede ajuda para encontrar o homem em Rio Branco. A jovem disse que procura o pai desde os 15 anos e a última informação que teve dele é de que ele morava no bairro Aeroporto Velho, na capital.

Érika falou que, apesar de nunca ter visto o pai, quer conhecer melhor o homem. Além disso, pretende apresentar o avô aos filhos, uma menina de 10 anos e um menino de 7.

A jovem contou que a mãe morava no Aeroporto Velho quando conheceu um rapaz e teve um relacionamento breve com ele. A mãe de Érika ficou grávida, mas acabou não seguindo com a relação.

A mãe de Érika disse para ela que, depois de ela nascer, o pai foi visitar ela poucas vezes. “Ela [mãe de Érika] me disse que ele foi me ver umas duas ou três vezes quando eu era récem-nascida. Depois a minha mãe foi morar com a minha vó em outro bairro, no 6 de Agosto”, contou.

Meses depois que a mãe de Érika se mudou para o bairro, que também fica na capital, ela conheceu outro rapaz, com quem é casada até hoje. “Ele era vizinho da minha mãe e eu tinha quatro para cinco meses quando eles foram morar juntos e estão até hoje”, acrescentou.

Após o nascimento dela, Érika falou que a mãe pediu para que o pai fizesse o registro dela, mas foi só quando ela precisou fazer uma matrícula na escola que a família descobriu que o pai biológico nunca tinha feito a certidão de nascimento da menina. Érika na época já tinha 8 anos.

“Já estava passando da minha época de estudo quando foram me matricular e deu que eu nunca tinha sido registrada, que meu pai biológico nunca me registrou, nunca quis saber”, lamenta.

O pai de criação da Érika fez o registro como pai dela e, de acordo com a jovem, somente pouco tempo depois, quando tinha de 9 para 10 anos, a mãe revelou que o seu pai de registro não era o biológico dela.

Apesar disso, Érica ressalta que o padrasto é como um pai para ela. Contudo, a jovem diz querer conhecer o pai biológico. “Meu padrasto hoje é meu pai, mas hoje procuro ele [pai biológico] só para saber quem é, porque tenho dois filhos e queria que ele conhecesse os dois”, finalizou.

Aos que tiverem informações sobre o pai ou sobre a família dele, Érika pede que entrem em contato com ela no Facebook.

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