A sessão desta terça, 16, da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) que iria marcar a leitura da mensagem para a instalação da CPI da Energia foi marcada por especulações de manobras do Palácio Rio Branco para esvaziar o plenário e ameaças de também criar CPIs para investigar os governos petistas.

Houve até a desistência de apoio â CPI da Energia, como o deputado Luiz Tchê (PDT), que retirou sua assinatura de apoio.

O governo Gladson Cameli é contra a CPI da Energia e usa como estratégia para sufocá-la a criação de comissões parlamentares de inquérito para apurar denúncias de malversação nos governos petistas.

Entre os alvos estão as obras da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e as do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Hierb).

Até o momento a sessão está suspensa. A perspectiva é que não haja o quorum para que o ocorra a instalação da CPI.

É necessária a presença de 13 deputados em plenário para que o ocorra a leitura do requerimento para a CPI da Energia se viabilizar.

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