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Mini-helicóptero é nova arma britânica no Afeganistão

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Dispositivo que se assemelha a 'mini-helicóptero' é fruto de parceria com empresa norueguesa

Dispositivo que se assemelha a ‘mini-helicóptero’ é fruto de parceria com empresa norueguesa

Um dispositivo que se parece com um brinquedo de criança é a mais nova arma do Exército britânico contra o grupo Talebã no Afeganistão.

Apelidado de ‘Black Hornet’, ou “vespão negro”, o mini-helicóptero é fruto de uma parceria com uma empresa norueguesa e mede em torno de 10 centímetros.

Pesando apenas 15 gramas, o mini-helicóptero possui três câmeras internas que fornecem imagens e vídeos em tempo real para uma central de comando.

O sargento Carl James Boyd, do Exército britânico, conta que o dispositivo pode ser pré-programado ou operado por meio de um controle remoto.

Ele acrescenta que o objetivo é resguardar a segurança das operações britânicas no país, ao observar os passos dos inimigos.

Boyd também explica que o único inconveniente do novo dispositivo é que, por ser leve demais, não funciona direito em dias com muito vento.

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Motociclista que escorregou em canaleta de posto de gasolina deve ser indenizado em R$ 7 mil

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Sentença foi emitida pela 5ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco que considerou a culpa concorrente do motorista no acidente

Um motociclista que escorregou em canaleta de posto de gasolina deve receber R$7.637,50 de indenização por danos morais e estéticos. Na sentença da 5ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco foi considerado que o motorista teve parte da responsabilidade pelo acidente e ainda que o autor recebeu o seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vida Terrestre).

O autor relatou que, em 2015, ao sair do posto de gasolina sofreu um acidente, quando passou com sua motocicleta por uma canaleta, escorreu e caiu, fraturando o cotovelo esquerdo. Mas, por causa de problemas cardíacos só pode fazer a cirurgia um mês depois, por isso, ficou com sequela definitiva e limitações do movimento. Ele disse que precisou fazer empréstimos para pagar as contas, pois ficou afastado do trabalho.

Ao debruçar-se sobre caso, a juíza de Direito Olívia Ribeiro, titular da unidade judiciária, discorreu sobre a comprovação dos danos estéticos sofridos pelo autor. “Em depoimento colhido em audiência, o autor relatou as dores e as dificuldades enfrentadas pela limitação dos movimentos, mesmo após longo lapso temporal desde o acidente. A limitação dos movimentos restou confirmada pela perícia médica, atestando os danos à personalidade do autor”.

A magistrada pode constatar que as grades de proteção foram providenciadas depois do acidente do autor. “Neste ponto, destaco que, em audiência de instrução, quando ouvido o represente da parte demandada, restou claro que a sinalização do local (para evitar acidentes) e as grades de proteção somente foram providenciadas após o acidente”.

Culpa concorrente

Contudo, a magistrada verificou que a conduta do motociclista contribuiu para o acidente, utilizando um caminho diferente do mais adequado para sair do estabelecimento.

“(…) observo que as canaletas são obrigatórias pela legislação e são visíveis a qualquer cidadão que ali transita. E, conforme restou assentado nos depoimentos da parte autora, do representante legal da empresa requerida e da testemunha (ouvida como informante), o autor utilizou caminho diverso domais adequado para a saída do estabelecimento (nos termos do depoimento da parte autora, utilizou-se de “desvio”). Logo, tivesse se utilizado do fluxo normal de veículos poderia evitar o acidente”, registrou Ribeiro.

Dessa forma, a magistrada fixou a indenização em danos morais e estéticos no valor de R$ 10 mil. Mas, como o autor recebeu R$ 2.362,50, do seguro DPVAT, o montante foi estabelecido nos R$ 7 mil.

Pedido negado

Além disso, o pedido de indenização por danos materiais também foi negado. Conforme, Olívia verificou, os empréstimos contraídos pelo motorista foram feitos antes do acidente. A juíza também explicou que o autor não apresentou comprovações dos rendimentos para mostrar os valores que deixou de receber com o afastamento do trabalho.

“Em análise do depoimento do autor foi possível identificar que os empréstimos foram contraídos para fazer frente às despesas que o autor tinha contraído antes do acidente e que o benefício do INSS não conseguiu cobrir”, anotou a magistrada.

Processo n.° 0704440-98.2017.8.01.0001

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Rosa Weber pede opinião da PGR sobre investigar Moraes por ativismo judicial

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF
NELSON JR./SCO/STF – 04.08.2022

Ministro foi acusado de cometer prevaricação e ativismo judicial ao impedir a divulgação de notícias falsas que vinculam o PT ao PCC

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste com relação a um pedido de investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes, também do STF, por suposto ativismo judicial e prevaricação. Moraes determinou a remoção de conteúdos falsos, por parte de parlamentares e sites, que ligam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e à morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel.

Leia mais: TSE recusa acesso das Forças Armadas a dados das eleições de 2014 e 2018

A decisão de Moraes foi tomada em julho. O ministro ainda proibiu a divulgação de novas informações que relacionam o PT ao PCC e aplicou multa diária de R$ 15 mil a quem descumprir a ordem. Segundo o magistrado, as investigações do Poder Judiciário sobre a morte de Celso Daniel não constataram nenhum envolvimento do PT e, portanto, vincular o partido à organização criminosa é mentir. A PGR vai avaliar se há indícios de crime por parte de Moraes e propor — ou não — a abertura de um inquérito sobre o ministro do STF.

“O sensacionalismo e a insensata disseminação de conteúdo inverídico com tamanha magnitude pode vir a comprometer a lisura do processo eleitoral, ferindo valores, princípios e garantias constitucionalmente asseguradas, notadamente a liberdade do voto e o exercício da cidadania”, escreveu Moraes.

Leia mais: Rosa Weber envia à PGR pedido de investigação sobre Bolsonaro por ataque às urnas

Foram alvo da determinação de Moraes alguns parlamentares aliados ao presidente Jair Bolsonaro, como a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ). Sites como Jornal da Cidade e Jornal Minas Acontece, além de perfis como ZaqueBrasil e Titio 2021, também foram citados pelo ministro.

Após a decisão, um advogado apresentou ao STF uma petição que contesta as ordens de Moraes e requisita uma investigação sobre o magistrado. Segundo o advogado, a conduta do ministro “contém indícios fortes de que praticou tanto o ativismo político e judicial ao usar de seu cargo em prol de terceiro e em confronto com os direitos constitucionalmente assegurados de imprensa e livre expressão”.

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Polícia resgata idosa de 90 anos que era mantida em cárcere pelo filho

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Policiais foram surpreendidos pela insalubridade, já que havia lixo espalhado por toda a residência, localizada em Saracuruna

Local onde idosa foi encontrada mantida em cárcere
Record TV

Policiais militares resgataram uma idosa de 90 anos, nesta terça-feira (9), que sofria maus-tratos e era mantida em cárcere privado pelo filho em Saracuruna, na Baixada Fluminense.

De acordo com a corporação, os agentes foram até a rua Prudente de Moraes logo após terem recebido uma denúncia.

No local, os policiais foram surpreendidos pela insalubridade da casa. Havia lixo espalhado por toda a residência.

Os agentes disseram que a idosa foi encontrada sentada em um sofá. Ao lado dela, no chão, havia panelas com comida.

Por causa do estado de desnutrição, a mulher foi levada para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, também na Baixada.

A 60ª DP (Campos Elíseos) vai investigar o caso. O filho da idosa não foi localizado pelos policiais.

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