De acordo com o estudo, a maior parte das colisões ocorre na decolagem.

Com informações da ContilNet

Um relatório produzido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) revela os índices de acidentes envolvendo colisão entre aeronaves e animais no país. O documento – “Anuário de Risco de Fauna” – revela instabilidade no número de acidentes envolvendo aves e aviões no Acre.

Principal inimiga da moderna aviação, a colisão com pássaros/aves/animais (urubus, corujas, pombos, gavião, morcego, garça) ainda é um dos maiores causadores de acidentes pelo mundo – e nem sempre somente as aves levam a pior. A probabilidade de que essas colisões aconteçam – o chamado risco aviário – é aumentada pela presença de atividades que atraem aves (como lixões e frigoríficos), nas proximidades de aeroportos.

Em 2012, o órgão recebeu nove reportes operacionais informando colisão com aves e aeronaves no Aeroporto de Rio Branco (SBRB). Além disso, também foram registrados 13 avistamentos de aproximação de aves, mas que não chegaram a impactar nos voos.

Na região norte, em 2012, o Aeroporto da capital ocupou a 4ª colocação no índice entre os aeroportos das capitais que relataram colisão entre animais e aviões.

Em 2013, último balanço do Cenipa, revela que o número de ocorrência permaneceu o mesmo no SBRB. Em compensação foram registrados cinco quase colisões e 17 avistamentos.

De acordo com o estudo, a maior parte das colisões ocorre na decolagem, um dos momentos mais sensíveis do voo, em que a aeronave necessita de muita potência e velocidade. O motor é a parte mais atingida pelas colisões com aves.

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