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Acre

Pesquisadores avaliam nível de segurança nas fronteiras do Acre

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No Acre, o projeto teve início pela região do Vale do Juruá.
Durante as atividades, são colhidos dados e depoimentos.

Do G1 AC

Pesquisadores realizam estudo sobre as condições de segurança (Foto: Cedida pela equipe de pesquisa)

Pesquisadores realizam estudo sobre as condições
de segurança (Foto: Cedida pela equipe de pesquisa)

Pesquisadores do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizam um estudo sobre as condições de segurança pública em 16 municípios do Acre que fazem fronteira com o Peru e a Bolívia. O diagnóstico irá ajudar no planejamento e execução das ações da Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras (Enafron), além de auxiliar nas atividades do Plano Estratégico de Fronteiras da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

No Acre, o projeto teve início pela região do Vale do Juruá composta por cinco municípios: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo que fazem fronteira com o Peru. Acrelândia, Assis Brasil, Brasileia, Capixaba, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Santa Rosa dos Purus e Sena Madureira completam a lista das 16 cidades.

Durante as atividades de campo, são colhidos dados e depoimentos de autoridades e cidadãos comuns sobre a prestação do serviço e estrutura dos órgãos de segurança pública. Os homicídios, o movimento econômico gerado pelas drogas ilícitas, o tráfico de pessoas e a imigração ilegal de estrangeiros, estão entre os problemas apontados como os que causam maior ameaça à segurança nas regiões fronteiriças, informou o grupo de pesquisadores.

A pesquisa é coordenada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) por meio de acordo firmado com o Ministério da Justiça. Em todo País, a atividade abrange 588 municípios e 11 estados, sendo 122 municípios na faixa fronteiriça.

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Acre

Polícia Civil investiga contas falsas em redes sociais para atacar honra de prefeito de Assis Brasil

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Prefeito Jerry Coreia e o vice Reginaldo Martins no dia da posse – Foto: arquivo/secom

A Procuradoria Jurídica do município de Assis Brasil ingressou com pedido de investigação contra contas falsas no Facebook e Instagram criadas para atacar a gestão e honra do prefeito e vice-prefeito de Assis Brasil. Os perfis investigados são contas falsas denominadas Zé de Assis, The Focus e Tríplice.fronteira_emtemporeal.

Segundo o Código Penal os criminosos uma vez identificados podem pegar até um ano de reclusão. A Constituição Federal defende a liberdade de expressão, mas veda o anonimato.

Segundo o Procurador Jurídico do município, Giordano Simplício, hoje em dia esse tipo de crime tornou-se fácil de identificar seus autores, por conta dos avanços tecnológicos e o treinamento especializado dos agentes.

“É bom lembrar que comete crime tanto quem cria perfis falsos como quem compartilha esse tipo de ilícito. Já existe no Acre uma Delegacia especializada em crimes cibernéticos”, disse o procurador.

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Acre

Após apreensão, comandante de Pando devolve motocicleta roubada ao lado brasileiro

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Na data de ontem, 19, o comandante do departamento de Polícia de Pando fez a devolução de uma motocicleta denunciado como roubado no lado brasileiro.

A motocicleta foi recebida pela Polícia Civil, através do Delegado Ricardo Castro que em seguida foi devolvida ao proprietário do veiculo.

Comumente ambos os departamentos fazem a devolução de veículos para o país de origem, a parceria entre a polícia boliviana e brasileira tornou possível tal ato, o veiculo é devolvido ao proprietário sempre que o mesmo comprovar que o veiculo pertence a ele(a).

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Acre

Alan Rick destaca assistência médica nos rincões do país

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Em entrevista ao programa Jogo Rápido, da Agência Câmara de Notícias, o deputado Alan Rick ressaltou a importância da assistência médica integral nos municípios mais distantes dos grandes centros urbanos.

“Um dos grandes desafios do Brasil é garantir o provimento médico nos lugares mais distantes, nos municípios mais pobres, nas áreas de mais necessidade. E foi pensando nisso que em 2016 apresentei emenda à lei do programa Mais Médicos, que hoje possibilita que os brasileiros formados no exterior tenham prioridade na contratação”, disse o parlamentar.

Segundo ele, os médicos formados no exterior são aqueles que permanecem nas unidades de saúde.

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