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Policiais federais são filmados agredindo acadêmico de medicina na madrugada em Epitaciolândia

A sessão de espancamento e ofensas se inicia às 3h44 da madrugada do domingo por cerca de cinco minutos ao menos, até a chegada de uma viatura da Polícia Militar

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Vídeo mostra agressão de policiais contra estudante – Foto/captura

Na madrugada do dia 1º do mês de abril, por volta das 3h40 da madrugada, sistema de segurança de um comércio localizado na Rua Dom Júlio Mattioli da cidade de Epitaciolândia, filmou dois homens abordando um carro o agredindo fisicamente o motorista.

A cena mostra quando dois homens que estavam num carro modelo Renault, pedem ao condutor do carro modelo VW encostar. Com o carro estacionado, os dois param no meio da rua, saem do carro, para em seguida retirar o motorista à força.

O motorista do carro VW, é um acadêmico de medicina G.W.F.V. de 21 anos de idade. Este passa a ser atingido fisicamente com vários golpes no rosto e empurrado para a calçada, onde novamente é agredido de várias formas.

A ação truculenta dos homens, identificados como agentes federais, são lotados na delegacia localizada no mesmo município. Segundo foi informado pela vítima das agressões, tudo aconteceu só pelo fato de ter passado muito próximo pelos dois que estavam com o carro estacionado em frente a um posto de gasolina, onde várias pessoas ficam consumindo álcool, escutando som alto, até altas horas da madrugada, principalmente nos finais de semana.

“Eu passei por eles que estavam com o carro quase no meio da rua. Só que não vi que havia passado tão perto e foi abordado, ouvir palavras baixo calão e me mandaram embora dali. Não reagi, pedi desculpas e fui embora”, contou o estudante.

“Quando estava indo embora após fazer o retorno em frente ao posto, lembrei que estava com amigos e resolvi voltar para encontrá-los. Fiz o mesmo itinerário, mas, fui visto por eles novamente e foi quando fui abordado pelos dois. Expliquei para eles que sabia dos meus direitos e de nada adiantava. Até dizer que sou filho de um oficial da Polícia Militar, mesmo assim, as agressões continuavam”, disse.

A sessão de espancamento e ofensas se inicia às 3h44 da madrugada do domingo por cerca de cinco minutos ao menos, até a chegada de uma viatura da Polícia Militar. O estudante machucado pediu ajuda e ações dos policiais e os agentes federais se apresentaram, e praticamente nada foi feito.

Após alguns minutos, segundo o estudante, passaram a dizer que ele estaria circulando no local do posto em alta velocidade e dando “cavalo de pau”, fato esse negado por ele. “Mesmo questionando as ações deles, fui apenas aconselhado pelos militares a ir embora e foi conduzido para o carro pelo federal”, contou. Às 3h54, cerca de 10 minutos depois, todos foram embora do local.

Dois nomes foram passados juntamente com imagens dos agentes. A delegacia da Polícia Federal foi procurada para que se pronunciasse através de um dos delegados responsáveis. Com a presença da nova Superintendente da Polícia Federal no Acre, Diana Calazans Mann, onde estava conhecendo a delegacia na cidade de Epitaciolândia, ficou marcado para outra hora, mas, não foi realizado o contato de retorno.

A oficial da Polícia Militar, mãe do jovem, disse que as providencias já estão sendo tomadas junto aos órgãos competentes como; Ministério Público Federal (MPF), Corregedoria da Polícia Federal, Ministério Público do Acre (MP/AC), Corregedoria da Polícia Militar do Acre, além de ter denunciado o caso na delegacia.

“Trabalhei por 30 anos na Polícia Militar do Acre e estou saindo com o nome limpo, por sempre cumprir com minhas obrigações e vi que irmãos de farda não tomaram atitudes no momento que deveriam. Já estou procurando meus direitos e de meu filho que foi tratado como um animal e poderia estar morto hoje”, desabafou a oficial da PM.

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Relatório aponta falha em motor de helicóptero que caiu com bebês indígenas gêmeos em Cruzeiro do Sul

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Dados são preliminares e podem sofrer alteração conforme o andamento das investigações. Acidente aconteceu no dia 8 de maio em Cruzeiro do Sul.

Vítimas foram resgatadas com escoriações leves e levadas ao hospital de Cruzeiro do Sul — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros

Vítimas foram resgatadas com escoriações leves e levadas ao hospital de Cruzeiro do Sul — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros

Dados preliminares do Painel do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) apontam uma possível falha no motor dohelicóptero que caiu, no último dia 8 de maio, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre.

O acidente ocorreu quando a aeronave fazia o resgate de dois bebês indígenas que precisavam de atendimento médico em uma aldeia da região. Entre as vítimas do acidente estavam: dois bebês gêmeos de 1 ano e 4 meses, os pais deles, o piloto e um técnico de enfermagem, que foram resgatados com escoriações leves, e o mecânico.

As informações iniciais contidas na ocorrência tratam que o pouso forçado foi causado por uma falha no motor. No histórico da ocorrência consta que o helicóptero estava aproximadamente 20 milhas náuticas do Aeródromo de Cruzeiro do Sul, quando houve perda de potência do motor. O piloto realizou pouso de emergência em área de mata fechada.

“Os dados aqui disponibilizados são preliminares e visam à transparência das informações que temos até o momento. Por isso, não contêm as análises das informações coletadas, nem os fatores contribuintes, e estão sujeitas a modificações conforme o andamento dos trabalhos de investigação”, pontua.

O g1 entrou em contato com a empresa, mas não obteve resposta até esta publicação. Também não obteve resposta da saúde sobre o quadro de saúde do mecânico Jorge da Silva, de 63 anos, que foi o último sobrevivente resgatado após acidente.

Ele foi o último a ser resgatado e transferido por TFD para capital por conta do quadro clínico que pedia avaliação por especialistas em neurocirurgia e ortopedia.

Relatório aponta falha em motor de helicóptero que caiu no AC durante transporte de pacientes — Foto: Cedida

Relatório aponta falha em motor de helicóptero que caiu no AC durante transporte de pacientes — Foto: Cedida

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Atenção: Governo convoca aprovados em processos seletivos simplificados da Educação

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O governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria da Educação, Cultura e Esportes (SEE) e da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), divulgou no Diário Oficial da última sexta-feira, 20, e na manhã desta terça-feira, 24, a convocação de profissionais da Educação, aprovados nos processos seletivos temporários, para a entrega de documentos.

Mais de 400 candidatos estão sendo chamados para a entrega de documentos e assinatura do contrato. Os profissionais devem dirigir-se aos endereços descritos nos editais.

“O governo publicou no Diário Oficial do Estado, a convocação de 340 profissionais para a Educação Especial, que serão lotados nas escolas. Agradeço ao governador Gladson Cameli, que tem feito um esforço imenso para fortalecer a Educação”, pontuou o secretário de Educação, Aberson Carvalho.

Além da capital, Rio Branco, os profissionais serão lotados nas escolas urbanas e rurais de diversos municípios como Assis Brasil, Acrelândia, Brasileia, Bujari, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Porto Acre, Plácido de Castro, Porto Walter, Rodrigues Alves, Sena Madureira, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri.

O secretário reforçou ainda a importância da quantidade de profissionais convocados para atender as necessidades das escolas do estado. “No total, 442 profissionais já foram convocados e estão sendo contratados, mas é importante frisar que outros professores também serão convocados. É um compromisso do governo com o povo do Acre”

Os educadores irão atender às escolas de Educação Básica, nas modalidades de Ensino Regular, Educação Especial, Jovens e Adultos e Centro de Línguas (CEL). Ao todo, são seis editais. Confira aqui:

Edital nº 13 – Educação Especial

Edital nº 16 – CEL

Edital nº 24 – Educação Especial

Edital nº 51 – Educação de Jovens e Adultos (EJA)

Edital nº 62 – Educação Especial

Edital nº 63 – Ensino Regular

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Acre

TJAC apresenta programas sociais à consultora do Prêmio Innovare

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Falar sobre os direitos e deveres nas escolas, levar apoio para crianças em vulnerabilidade, capacitação aos socioeducandos ou unir solidariedade com a doação de tempo são alguns dos resultados alcançados nos programas sociais promovidos pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica (Comsiv) e Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude (CIJ).

As práticas promovem o encontro das servidoras e servidores, magistradas e magistrados, desembargadoras e voluntários com os sorrisos de quem aprende uma coisa nova, com a perspicácia dos adolescentes que estão desenvolvendo suas opiniões, com as lágrimas dos que estão sem perspectiva e com os sonhos daqueles que precisam de oportunidades.

Segundo a consultora do Prêmio Innovare, Vivian Andrade, em todo o Acre, há 23 práticas inscritas, todas provenientes das instituições do sistema de Justiça. Destas, sete são do TJAC, por isso o diálogo está sendo estabelecido presencialmente para confecção do relatório que será apresentado às personalidades que vão compor a comissão julgadora.

Então, a desembargadora Eva Evangelista apresentou o programa “Mediação de Conflitos nas Escolas”. A iniciativa mobiliza a comunidade escolar sobre a cultura de paz. A decana da Corte destacou que mais de 300 alunos participaram das formações voltadas ao aprimoramento da comunicação não-violenta, assertividade, escuta e empatia – “esses números são multiplicados ao considerar que os professores, funcionários da escola e as famílias alcançadas. Assim há a melhoria da convivência e todos se tornam mais engajados e mais vigilantes contra as violações”, disse.

Já a desembargadora Regina Ferrari falou sobre: Colo de Amor, Abraçando Filhos, Cidadania e Justiça na Escola, Radioativo, Arte do Ser e Onde está a minha família?. A coordenadora estadual da Infância e Juventude afirmou que se sente renovada ao envolver a Rede de Proteção com atividades que promovem educação e cultura. “Nutrir os participantes com conhecimento, despertar para a cidadania, lutar pela proteção integral é algo que atravessa a trajetória deles, mas nos afeta como ser humanos, dando ainda mais sentido para nossa missão”, concluiu.

 Miriane Teles | Comunicação TJAC

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