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Policial federal acusado de matar filha de 2 meses no Acre pede adiamento da 1ª audiência

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Policial federal acusado de matar filha de 2 meses no AC tem 1ª audiência adiada após pedido da defesa — Foto: Arquivo pessoal

Por Iryá Rodrigues e Tácita Muniz

Após mais de dois anos da morte de Maria Cecília, de 2 meses, o policial federal Dheymersonn Cavalcante, e a mãe dele, Maria Gorete, tiveram a primeira audiência de instrução e julgamento adiada, após um pedido da defesa.

Por videoconferência, a audiência estava marcada para ocorrer nesta terça-feira (27) na 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar. A decisão do adiamento, assinada pelo juiz Alesson Braz, foi publicada nesta terça. O G1 não conseguiu contato com a defesa do policial e da mãe dele.

Conforme o magistrado, a defesa alegou que não teve acesso à mídia inserida pela denúncia nos autos por estar em blu-ray e o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) não ter o equipamento apropriado para leitura desse tipo de arquivo. Por isso, os advogados do policial disseram que realizar a audiência sem que eles tivessem acesso ao arquivo prejudicaria o contraditório e ampla defesa dos acusados.

O magistrado citou uma certidão que confirma que o TJ-AC não dispõe de equipamento para leitura do arquivo em formato blu-ray, bem como não foi possível a conversão do arquivo para outro formato. E que, por isso, deferiu o pedido de redesignação da audiência virtual. Ainda não há uma nova data definhada.

Ainda na decisão, o juiz determinou que o Ministério Público, no prazo de 10 dias. converta o arquivo para o formato de MP4, que é compatível com o sistema da Justiça (SAJ). “Caso não consiga a conversão, o vídeo será excluído do processo”, pontuou o magistrado.

Demitido

No diário oficial da União publicado no dia 17 de dezembro do ano passado, o ministro da Justiça, André Luiz Mendonça assinou a demissão de Dheymersonn. A portaria 594 diz que a decisão foi tomada porque o agente abandonou o cargo.

Denúncia

O policial federal e a mãe dele se tornaram réus no processo em junho do ano passado e respondem por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de asfixia e recurso que dificultou a defesa da vítima.

A pequena Maria Cecília morreu por broncoaspiração logo após ter ingerido leite. O processo aponta que foi dado uma dose maior de leite do que a criança suportava.

Foi dado à menina pelo menos duas mamadeiras de leite artificial, segundo o processo, quando ela poderia ter tomado apenas 10 mililitros de leite artificial, segundo a mãe. No dia da morte da criança, o policial e a mãe dele pediram para levar a bebê para casa para tirar umas fotos em família.

A mãe da menina, a enfermeira Micilene Souza, alega que o policial premeditou a morte da menina junto com a mãe dele porque não queria pagar pensão alimentícia.

Ela chegou a dizer que ele nunca aceitou a gravidez e que, inclusive, sugeriu um aborto. A avó da criança contou que teria alimentado e menina com as duas mamadeiras de leite artificial, segundo Micilene, mesmo sabendo que não poderia. Depois disso, a bebê passou mal e o pai teria acionado o Samu.

O processo corre em segredo de Justiça na 2ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco. Por isso, nem Tribunal de Justiça (TJ-AC) e nem o Ministério Público do Acre (MP-AC) se posicionam com detalhes sobre o caso.

Dheymersonn alega que o que aconteceu foi uma fatalidade — Foto: Arquivo pessoal

‘ Fantasia de excesso de leite’

Morando ainda em Alagoas com a família, o policial federal falou com a reportagem após virar réu no processo. Em um vídeo de 17 minutos, ele rebate todas as acusações e alega que a menina já tinha se engasgado outras vezes. Foi o próprio Dheymersonn Cavalcante que montou a defesa e ele continua dizendo que o que aconteceu foi uma fatalidade. Ele também é acompanhado por um advogado.

“E eu que tantas vezes me vi em tantos acidentes e mantinha a calma, aplicava o protocolo, salvava vidas, vi-me impotente, desesperado e perdido. Tentei fazer algo? Sim. Não foi o ideal, corri e interceptei o Samu, isso me deu esperança. Mas, a minha esperança (filha) se foi 4 horas depois, às 23h15. Se eu tivesse chegado 2 minutos mais cedo ou se eu não tivesse saído de casa para comprar fraldas quando isso aconteceu…malditas fraldas. O “se” é torturador e por mais que doa, depois das 23h15 nada podia ser feito, por que a morte toma quem você ama de surpresa e não negocia, não faz acordos”, disse em nota enviado.

Durante mais de um ano, o policial diz que se dedicou em juntar provas para montar sua defesa no tribunal e que quer logo que o julgamento seja feito.

“Não existia abdômen inchado, não existia sangue nas fezes, não existia proibição ao NAN, não existia maus-tratos, nunca existiu essa fantasia de excesso de leite no laudo. Existe a acusação da Micilene, o perito não fala nada disso, os médicos do hospital jamais levantaram essa questão”, pontuou.

heymersonn diz que tentou salvar a filha ao vê-la engasgada — Foto: Reprodução

‘Processo nasceu morto’

O policial disse ainda que há equívocos e até erros em provas apresentadas pelo MP e testemunhas que foram ouvidas no caso. Ele alegou que a enfermeira não aceitava que ele havia voltado para a mulher porque queria formar uma família com ele.

“Alguém já viu um outro caso no mundo em que uma criança morre porque tomou 80 ml ou 90 ml de leite (duas chuquinhas)? Eu procurei, não existe. Além disso, diante do perigo, a avó chama o filho, o filho tenta a ressuscitação, chama o Samu e interceptam a viatura”, completou.

O policial disse ainda que é vítima de diversos erros cometidos durante o processo. Por conta disso, alegou ter promovido oito representações criminais, sendo seis no Ministério Público Federal e duas no estadual (MP-AC) contra servidores públicos e outras pessoas.

“Se levaram pelo relato falso de uma mulher com raiva, por fofoquinhas de ‘disse me disse’, não se ativeram a fatos e perícias e agora não querem admitir. O processo existe, gera dor, mas nasceu morto, eu não vou me tornar o borracheiro que ficou preso 5 anos pra conseguir provar que é inocente, isso já tenho provado. Meu desejo é que o processo siga seu curso, acabe e minha filha possa descansar em paz e todos seguirem”, finalizou.

A assistente de acusação Vanessa Facundes, que está no caso desde o início, destacou que acredita nas investigações. “Acrescento somente que acreditamos no trabalho do Ministério Público e na justiça que será feita”, disse.

Maria Cecília morreu aos seis meses de vida em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal

Relembre o caso

A pequena Maria Cecília, de apenas dois meses, morreu em março de 2019 ao ingerir uma quantidade grande de leite em Rio Branco. O laudo apontou que a causa da morte foi broncoaspiração – insuficiência respiratória e obstrução das vias aéreas causadas pela quantidade de leite ingerido.

Para a mãe da criança, a enfermeira Micilene Souza, o policial premeditou a morte da menina junto com a mãe dele porque não queria pagar pensão alimentícia. Micilene, que é de Marechal Thaumaturgo, interior do Acre, estava em Rio Branco para fazer um exame de DNA.

O delegado que acompanhou o caso na época, Martin Hessel, informou que a criança havia tomado uma dose 11 vezes maior de leite do que suportaria. O inquérito foi composto por oito perícias, desde a quebra de sigilo telefônico, extração de dados de telefone, tanto do policial como a mãe da criança, que disponibilizou todas as conversas deles nos aplicativos de mensagens.

“Ficou muito claro que a mãe informou aos dois que a criança não poderia ingerir outro alimento que não fosse o leite materno e o leite materno que ela ingeria, era na quantidade de 10 ml. Essa criança tomou duas mamadeiras, o que dá 120 ml”, disse o delegado sobre a criança tomar 11 vezes mais leite do que poderia” disse na época. O policial sempre negou o crime.

Na denúncia, a mãe relatou que teve um relacionamento com Cavalcante por um período de um mês na cidade de Marechal Thaumaturgo, no interior do estado, e que desse relacionamento nasceu a pequena Maria Cecília.

Segundo ela, o policial exigiu que fosse feito o DNA e pediu que ela fosse até a capital no último dia 4 de março de 2019 para fazer o exame.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, a mulher disse que o bebê nasceu de forma prematura e que precisava se alimentar apenas com 10 mililitros de leite. No dia da morte da criança, o policial e a mãe dele pediram para levar a pequena para casa para tirar umas fotos de família.

Dheymersonn vai responder por homicídio qualificado — Foto: Arquivo pessoal

Homicídio qualificado

Com a morte da menina, Dheymersonn Cavalcante e a mãe dele, Maria Gorete, foram denunciados por homicídio qualificado. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC).

Ao G1 na época em que foi oferecida a denúncia, o promotor de Justiça Ildo Maximiano, responsável pelo procedimento, explicou que o PF e a mãe foram denunciados por homicídio com três qualificadoras: motivo torpe, emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e asfixia.

“Tem uma causa de aumento, porque o crime foi realizado contra um menor de 14 anos. As provas que foram produzidas pelo inquérito policial, no entendimento do Ministério Público, corroboraram para o entendimento do delegado e chegaram à conclusão da participação de ambos. Planejaram o crime pela força da não aceitação da criança de uma relação extraconjugal”, exemplificou na época.

Prisão em hospital em Alagoas

O policial foi preso somente em outubro após ficar algum tempo foragido, já que estava com a prisão preventiva decretada desde 11 de julho de 2019 pela morte da filha. A prisão foi no dia 10 de outubro em um hospital em Maceió, Alagoas. Ele foi solto logo depois após a defesa comprovar que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tinha julgado um pedido de habeas corpus. Ele foi solto no mesmo dia.

Em entrevista a reportagem, no dia 10 de junho do ano passado, ele disse que a prisão dele foi um “circo”.

“O MPF destacou que dos fatos nem vislumbra essa fantasia de homicídio. O STJ corrigiu o equívoco do decreto de prisão. Classifico o que aconteceu no hospital (suposta prisão) de sequestro, não se pode prender alguém que já tem habeas corpus concedido por Superior Tribunal de Justiça. Foi falado aos policiais federais em Alagoas que verificassem, mas resolveram criar um “circo”. Fim das contas me sequestraram, assinei uns papeis, e sai pela porta da frente horas depois no mesmo dia”, disse.

E finalizou dizendo que desde a morte da filha vem sofrendo com todo o processo. “Tudo é intensamente doloroso, mas não há outro caminho senão seguir”, finaliza.

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Enfermeira morre após cair de tirolesa em parque no AC; local não tinha autorização para fazer atração

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Yasmili Araújo estava com namorado e amigos quando caiu da estrutura e morreu nesse sábado (2). Família afirma que vítima subiu sem proteção na estrutura e pisou em buraco.

Yasmili Araújo morreu nesse sábado (2) após cair de tirolesa em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal

Yasmili Araújo morreu nesse sábado (2) após cair de tirolesa em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal

A enfermeira Yasmili Araújo, de 23 anos, morreu na tarde desse sábado (2) após cair de uma tirolesa no parque aquático Piracema Park Club, na Rodovia Transacreana, zona rural de Rio Branco. A jovem estava acompanhada do namorado quando aconteceu o acidente. A queda foi de uma altura de 15 a 20 metros, segundo os bombeiros.

O parque fez uma cavalgada no sábado. Os parentes confirmaram que Yasmili, o namorado e alguns amigos estavam no estabelecimento desde o início do sábado para curtir o dia juntos. A enfermeira morava em Senador Guiomard, interior do Acre, onde está sendo velada.

Ainda conforme a família, Yasmili teria subido na estrutura sem proteção, pisou em um buraco que havia no topo da tirolesa e caiu. Ela sofreu diversas fraturas pelo corpo e recebeu atendimento de uma equipe do Corpo de Bombeiros que estava no local.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também prestou assistência para a jovem. Christian Araújo, tia do namorado de Yasmili, confirmou que a vítima morreu dentro da ambulância do Samu quando teve uma parada cardiorrespiratória.

“Não amarraram nenhuma corda nela e lá em cima tinha um buraco. Ela tropeçou e caiu nesse buraco. Foi uma fatalidade, uma tragédia”, lamentou Christian.

Em sua página oficial, o parque aquático lamentou o acidente e disse que suspendeu as atividades da tirolesa até que tudo seja devidamente apurado. Uma equipe da Rede Amazônica esteve no local, que está funcionando normalmente neste domingo (3), apenas com a tirolesa interditada.

“Piracema Park Club franqueou todo apoio, suporte e atenção à família da jovem e, após o acidente, encerrou as atividades da atração, que somente voltará a operar após apuração pelas autoridades competentes quanto às causas do acidente”, diz a nota.

Diz ainda que sempre prioriza a segurança e transparência. “Em respeito à família e amigos de Yasmili de Paiva Araújo, Piracema Park Club lança a presente nota de pesar e esclarecimento, reiterando seu compromisso prioritário com a segurança e a integridade de seus visitantes”, destaca.

Vídeo mostra tirolesa minutos antes da enfermeira cair e morrer

Vídeo mostra tirolesa minutos antes da enfermeira cair e morrer

Local não tinha autorização para tirolesa

O diretor de atividades técnicas do Corpo de Bombeiros, tenente Eurico Fernando, contou ao g1 que o parque não tinha autorização para tirolesa. Segundo ele, a administração do espaço estava com certificado válido para a Cavalgada e show. Sobre a não autorização, o parque não se posicionou.

Inclusive, ele conta que uma equipe dos bombeiros esteve no local fazendo uma inspeção ainda na manhã de sexta-feira (1) e não tinha qualquer indício de uma estrutura de tirolesa.

“O local tinha certificado de aprovação válido, no entanto, a montagem da tirolesa foi de última hora. Tínhamos uma guarnição específica que estava trabalhando na guarnição do evento , estavam trabalhando com atendimento pré-hospitalar, eles que fizeram os primeiros atendimentos. O local é certificado, mas no projeto aprovado pela gente no setor técnico, não existe qualquer previsão de uma estrutura pré-montada como a tirolesa, estrutura de esportes precisam ter um documento assinado por um engenheiro, o que o local não possui”, diz.

Os funcionários alegaram ainda que a tirolesa foi finalizada ainda na manhã de sábado sem conhecimento dos bombeiros.

Imagem mostra momento em que a enfermeira sobe na estrutura — Foto: Reprodução

Imagem mostra momento em que a enfermeira sobe na estrutura — Foto: Reprodução

“Foi montada de última hora, ficou pronta na manhã do dia 2. Eles fizeram muito rápido, possivelmente essa pressa na montagem dessa estrutura é fator preponderante para tentar explicar o que aconteceu”, destaca.

Um boletim de ocorrência foi feito e, segundo o tenente, a perícia é que vai atestar o que aconteceu. Se a enfermeira caiu da escada ou da estrutura já acima, onde é possível ver um buraco.

Yasmili tinha formado recentemente em enfermagem e agora estudava para passar em um concurso na área. Christian falou que ela foi a primeira do grupo a subir no brinquedo. A família falou que vai decidir que medidas serão tomadas após o acidente.

O corpo da enfermeira é velado em Senador Guiomard. O enterro está marcado para às 16h no Cemitério Morada da Paz, em Rio Branco.

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Quem está com quem: conheça os marqueteiros das campanhas majoritárias para o Governo no Acre

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Foto: Agência de Notícias do Acre

A campanha ainda não começou oficialmente, mas os bastidores da política no Acre estão fervendo. À frente das pré-campanhas, os empresários do marketing já estão com tudo pronto para trabalhar a imagem dos seus candidatos em busca de votos.

ContilNet conversou com os marqueteiros das campanhas majoritárias para governador no Acre e apresenta essa lista de pessoas que não aparecem muito, mas são elas que definem quase tudo que a população vê na campanha.

Começando com o governador Gladson Cameli (PP), que já anunciou sua pré-candidatura à reeleição. À frente da sua pré-campanha está o marqueteiro Wilson Rodrigues. Wilson é conhecido como “guru” de Gladson, com que já trabalha desde a campanha, em 2014. Com um currículo invejável na área, tem muitas campanhas vitoriosas de prefeito, senador e governador.

Wilson está com o governador Gladson Cameli, pré-candidato a reeleição. Foto reprodução

Wilson falou sobre o seu formato de trabalho. “Sou eu, em conjunto com a minha equipe de marketing. Trabalhamos em conjunto com o partido e a coordenação de campanha. Como ainda não temos, nem legalmente nem financeiramente, as informações sobre a verba que o TSE vai fixar para uso dos partidos dentro da Lei Eleitoral, as contratações, quando necessárias, serão efetuadas apenas após o período legal”, disse.

Na coordenação de marketing da pré-campanha do senador Petecão (PSD), Alderian Campos, com a Agência Gênesis. Ele fez questão de destacar que já está montando equipe e 98% dos profissionais contratados serão do Acre. “Valorizando os nossos profissionais e gerando emprego e renda para os acreanos. Outros trazem 90% de fora e contratam aqui apenas serviços braçais. Esse é um momento ímpar para nossa categoria”, disse.

Alderian Campos está com o senador Petecão, pré-candidato ao governo do Acre. Foto reprodução

Um marqueteiro de Brasília está em diálogo com a equipe de Petecão, mas segundo Alderian, nada está definido ainda. “Estamos com tudo pronto”, garantiu o acreano.

A pré-candidata ao governo, a deputada federal Mara Rocha (MDB), também ainda não divulgou oficialmente a equipe de marketing, mas em conversa por telefone com o ContilNet, o marqueteiro José Américo Moreira da Silva disse que o diálogo com a equipe de Mara para iniciar o trabalho está bem avançado.

Baiano radicado em Brasília, Zé Américo é conhecido no Acre. Ele coordenou as campanhas de 2010 e 2012 do atual prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.

José Américo está em diálogo com a deputada federal Mara Rocha, pré-candidata ao governo no Acre. Foto reprodução

O pré-candidato David Hall (Agir) explicou que a campanha dele não contará com profissionais contratados especificamente para atuar no marketing. “A gente não tem um profissional oficial, contamos com a colaboração de amigos. Temos o Dimas Sandas, pré-candidato ao senador e Zé Carlos, pré-candidato a deputado federal. Eles, junto comigo e outros amigos que colaboram, e assim vamos construindo”, disse o próprio David.

O pré-candidato ao governo do Acre, Jenilson Leite (PSB) ainda não contratou agência e sua equipe decidiu por não divulgar, por enquanto, a coordenação de marketing da campanha.

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Colisão entre veículos e motocicletas deixa cinco feridos na Avenida Ceará, em Rio Branco

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Por Davi Sahid

Um grave acidente de trânsito envolvendo um veículo modelo Corolla, de cor prata, um carro Fiat Pálio, de cor prata e algumas motocicletas deixou cinco pessoas feridas na madrugada deste sábado, 2, na Avenida Ceará, no bairro Abraão Alab, em Rio Branco.

De acordo com informações de populares que presenciaram o acidente, o condutor do veículo modelo Corolla trafegava no sentido bairro-centro em alta velocidade na Avenida Ceará, quando colidiu violentamente na traseira do veículo Fiat Pálio e em seguida colidiu contra as motos dos mototaxistas que estavam parando na frente a uma boate. Com impacto, o condutor do Pálio perdeu o controle da direção e entrou em uma rua paralela a avenida.

A ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e conduziu cinco pessoas com escoriações a Unidade de Pronto Atendimento (UPA Franco Silva) na Baixada da Sobral.

Policiais Militares do Batalhão de Trânsito estiveram no local e isolaram a área para os trabalhos de perícia, em seguida os veículos foram removidos por um guincho.

O condutor do veículo Corolla foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os devidos procedimentos.

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