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População lota galeria da Aleac para pressionar deputados a aprovarem CPI da Energisa

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A representante da Central de Movimentos Populares do Acre (CMP), Raimunda Antunes, declarou apoio aos parlamentares que apoiaram a CPI

De acordo com Armelindo Sorriso, do Movimento Nacional da População em Situação de Rua no Acre, o apoio se faz necessário devido aos altos valores cobrados pela empresa distribuidora de energia no Acre.

“Queremos a redução da luz, saber como foi feito o contrato e também com está o andamento das coisas”, destacou Sorriso.

Na oportunidade, ele sugeriu aos parlamentares que não assinaram o requerimento, que paguem a conta de luz dos moradores.

A representante da Central de Movimentos Populares do Acre (CMP), Raimunda Antunes, declarou apoio aos parlamentares que optaram pela aprovação da CPI. “Esses sim nos representam. Aqueles que não votaram, infelizmente, não nos representam”, finalizou.

lideranças de movimentos sociais participam de sessão da Aleac prestando apoio quanto a CPI da Energisa/Foto: ContilNet

Com jornais da capital

Dezenas de pessoas compareceram na manhã desta terça-feira (16) à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para acompanhar a votação do requerimento da CPI da Energisa.

Munidos de faixas e cartazes, os populares pediram aos deputados que assinem o requerimento que dará origem a CPI para investigar possíveis irregularidades no aumento da conta de luz dos acreanos.

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      Diversas lideranças de movimentos sociais gritaram “Queremos CPI” durante sessão na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (16), em apoio à aprovação da CPI da Energia Elétrica.

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O autor do requerimento, deputado Jenilson Leite (PCdoB) solicitou ao presidente da Mesa Diretora, deputado Nicolau Júnior (PP), que coloque o assunto em pauta de votação na ordem do dia para que seja votada ainda na sessão de terça-feira.

“Precisamos de solução, não podemos continuar pagando uma energia com valor tão alto. Temos inúmeros denúncias de abusos na cobranças da tarifa de energia”, diz.

Bestene diz que deputados a favor da CPI jogam para plateia

O primeiro deputado da base de Gladson Cameli a discursar na Aleac foi José Bestene (PP). Contrário à CPI, Bestene afirmou que os deputados que assinaram o pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito jogam para a plateia.

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O progressista afirmou que o alto valor do ICMS precisa ser colocado na conta do ex-governador Jorge Viana que aumentou a alíquota de 17% para 25%.

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Bestene disse ainda, fugindo completamente do assunto da CPI, que as condições atuais do Acre é culpa da gestão passada e que há diversos outros assuntos que podem render uma CPI, citando como exemplo os investimentos na Zona de Processamento de Exportação (ZPE), uma clara provocação ao deputado Edvaldo Magalhães, secretário de indústria do governo de Sebastião Viana, idealizador da ZPE, que nunca saiu do papel.

Bestene, como se diz no ditado popular “deu a cara à tapa. Foi, como se esperava, vaiado pelos manifestantes e chamado de “inimigo do povo”. Mesmo assim foi o único parlamentar da base do governo, que é contrário a CPI, a se posicionar.

Deputado Luiz Tchê retira assinatura da CPI da Energia Elétrica na Aleac

O deputado estadual Luiz Tchê (PDT) usou a tribuna no grande expediente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para fazer um pronunciamento que chocou os deputados e os manifestantes que estavam na Galeria Marina Silva. Tchê retirou a assinatura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a Energia Elétrica.

Deputado Luiz Tchê/Foto: Ascom

“Eu quero que o meu nome seja retirado da CPI que está nas mãos do deputado Jenilson”, declarou.

O parlamentar usou o argumento de que assinou o requerimento nos corredores da Aleac e que ao estudar o assunto, analisou e resolveu retirar a assinatura. Agora, o documento conta apenas com 12 assinaturas favoráveis.

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Nova frente fria chega ao AC nesta semana e temperatura atingirá 18ºC, diz Friale

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Pesquisador Davi Friale – Foto: Alexandre Lima/Arquivo

O pesquisador Davi Friale divulgou em seu site O Tempo Aqui, nesta segunda-feira (10), uma nova previsão de diminuição das temperaturas na próxima semana.

Além disso, o “mago” destacou que até o próximo domingo (16) haverá calor abafado, chuvas, possibilidade de temporais e tempo seco e ventilado.

Na quarta-feira (12), mais uma frente fria chegará ao Acre, a partir do fim da tarde, mas será na quinta-feira que os ventos serão mais intensos, devido à penetração de mais uma onda de frio polar, declinando levemente a temperatura.

“Desta vez, a massa de ar frio não será intensa no Acre. As temperaturas, ao amanhecer, de quinta-feira e de sexta-feira, deverão oscilar entre 18 e 20ºC, em Rio Branco, Brasileia e demais municípios do leste e do sul do estado”, comentou.

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IBGE: mais de 12% dos acreanos já sofreram violência psicológica, física ou sexual

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A pesquisa apontou que 68 mil pessoas de 18 anos ou mais sofreram agressão psicológica nos 12 meses anteriores à entrevista, ou seja, 11,5% da população

IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta segunda-feira (10) os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019.

O Acre figurou em muitos cenários. Um deles foi o de violência psicológica, física ou sexual. Pelo menos 12,4% da população já foi alvo de uma das agressões.

Os dados apontam ainda que 72 mil pessoas de 18 anos ou mais sofreram os tipos de violência destacados, nos 12 meses anteriores à entrevista.

“O percentual de mulheres que sofreram alguma violência foi de 14,0% e o de homens foi de 10,8%. Considerando a faixa etária, a prevalência de casos de violência é mais acentuada nas populações mais jovens: de 18 a 29 anos (16,5,0%); de 30 a 39 anos (8,9%); de 40 a 59 anos (13,5%) e 60 anos ou mais (6,9%). As pessoas pretas (20,2%) e pardas (10,9%) sofreram mais com a violência do que as pessoas brancas (14,6%), diz o órgão.

Outro resultado preocupante tem a ver com o afastamento das atividades laborais e habituais em decorrência da violência sofrida. 9 mil pessoas foram afetadas – o que representa 12,9% das vítimas de violência, seja psicológica, física ou sexual. As mulheres foram mais atingidas do que os homens, com 18,3% e 5,4%, respectivamente.

Violência psicológica

A pesquisa apontou que 68 mil pessoas de 18 anos ou mais sofreram agressão psicológica nos 12 meses anteriores à entrevista, ou seja, 11,5% da população.

O percentual de mulheres vitimadas foi maior do que o dos homens, 12,9% contra 10,1%, respectivamente. A população mais jovem (18 a 29 anos) sofreu mais violência psicológica do que a população com idade mais elevada (60 anos ou mais), 15,4% contra 6,9%. Mais pessoas pretas (18,0%) e pardas (10,2%) sofreram com este tipo de violência do que pessoas brancas (13,4%).

“Considerando o rendimento domiciliar per capita, o grupo com menor rendimento apresentou um percentual maior de vítimas: 15,2% das pessoas sem rendimento até 1/4 do salário mínimo, em comparação a 10,5% das pessoas com mais de 5 salários mínimos”, destaca a pesquisa.

Violência física

A PNS estimou que 17 mil pessoas de 18 anos ou mais sofreram violência física nos 12 meses anteriores à entrevista, o que representa 2,8% da população. O percentual de vítimas do sexo feminino foi de 3,4%, enquanto o dos homens, 2,2%.

Violência sexual

Para as pessoas que responderam que não sofreram agressão sexual nos últimos 12 meses, foi perguntado se ela sofreu essa violência alguma vez na vida. Considerando essas duas perguntas, estima-se que 25 mil pessoas de 18 anos ou mais de idade foram vítimas de violência sexual, independentemente do período de referência, o que corresponde a 4,3% desta população, 2,6% dos homens e 5,9% das mulheres.

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Internações por covid na UTI e enfermarias estão em queda no Acre, diz subsecretária de Saúde

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Ala Covid-19 no Acre – Foto: Odair Leal/Secom/arquivo

A subsecretária de Saúde do Acre, Paula Mariano, disse em entrevista que o número de internações por covid-19 vem diminuindo consideravelmente nos últimos dias.

A notícia tem a ver com a ocupação de leitos comuns e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Temos percebido uma diminuição satisfatória nos últimos 15 dias no Pronto-Socorro e no Into, além de uma queda no número de internações também em Cruzeiro do Sul, no Hospital de Campanha”, disse Paula.

Na última quarta-feira (5) o Into registrou 11 leitos disponíveis de UTI, e o PS desocupou outras 7 vagas. Em Cruzeiro do Sul, 6 leitos estavam disponíveis.

No maior hospital de referência do Acre, apenas 49 leitos de enfermaria, dos 160 disponíveis, estavam ocupados na data.

De acordo com o consórcio de veículos de imprensa do Brasil, o Acre está em queda no número de novas mortes pela doença.

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