Cerca de 200 policiais militares ocuparam a frente da Casa Rosada, gabinete oficial do governador Sebastião Viana, na avenida Brasil no Centro de Rio Branco, em protesto contra a falta de interesse do governo no realinhamento salarial da categoria, desvalorização e condições precárias de trabalho.

Desde janeiro de 2017, a Polícia Militar do Acre e o Corpo de Bombeiros negociam a progressão em letras, à semelhança dos professores da rede pública. A proposta foi construída por representantes da classe e deveria ser encaminhada a Assembleia Legislativa pelo governo para aprovação na Casa e posterior sanção, porém o Palácio não se posicionou e os prazos expiraram.

As categorias querem que a progressão ocorra durante os 30 de carreira de um policial. A cada três anos e mais experiência em serviço, o militar mudaria de letra.

O presidente da Associação Militares do Acre, Joelson Dias, reclamou que a causa não é só por salários. Há ainda a falta de condições de trabalho, quartéis com estruturas precárias e até falta de fardamento.

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