Em 2014 parte da região central da capital ficou debaixo d’água. A última medição apontou o nível do rio Madeira em 13,35 metros.

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Foto: Ilustrativa/internet

Da ContilNet

Se a grande cheia de 2014 do rio Madeira deixou o Acre isolado do resto do país, provocando o desabastecimento de alimentos e outros produtos, agora Porto Velho (RO) também passa a sentir os efeitos da enchente em seus mercados. Mas por lá o problema não decorre de rodovia submersa, e os impactos são bem menores..

O setor rural no entorno da capital rondoniense está em crise por os produtores das margens do rio Madeira ainda não terem conseguido preparar suas terras para o plantio.

O problema se dá principalmente na margem esquerda. E com o rio caminhando para um novo transbordamento, a tendência é da produção ficar ainda mais comprometida. O principal produto a faltar nos mercados é a mandioca, alimento bastante consumido na região. É dela que se produz a farinha e o tucupi usados em pratos típicos da Amazônia.

Mas com suas áreas de terra comprometidas com a cheia, os agricultores não conseguem atender a demanda. A produção de alimentos mais básicos também está ameaçada, como as hortaliças. Com isso, os comerciantes passam a comprar os alimentos em outras cidades do interior de Rondônia, aumentando os custos.

Na semana passada autoridades de Porto Velho se reuniram com empresários para avaliar o plano de contingência para uma possível nova enchente. Em 2014 parte da região central da capital ficou debaixo d’água. A última medição apontou o nível do rio Madeira em 13,35 metros.

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