Como se diz o ditado: “O que era ruim, pode ficar pior”, se pode dizer que está direcionado para a fronteira do Acre, onde tem uma das maiores fronteiras abertas com os maiores produtores de cocaína da América latina, o Peru e a Bolívia.

Desde o ano de 2018, com a redução dos repasses para a Polícia Rodoviária Federal (PRF), alguns serviços considerados essenciais, principalmente no Estado do Acre, estão fazendo falta e com isso, o aumento de roubos de veículos que são levados para os países vizinhos.

Posto localizado no entroncamento de acesso à Xapuri conta apenas com vigia patrimonial.

De quebra, o retorno é feito no tráfico de entorpecentes, como a cocaína, que movimenta milhões e leva consigo, o aumento na violência praticada pelos quarteis que estão vendo essa ‘porta aberta’ pelo pequeno estado do Acre.

Na BR 317, que liga o Brasil aos países vizinhos do Peru e Bolívia, além de serem os maiores produtores de cocaína, também tem o contrabando de armas, munições e produtos dos mais variados, que vão de uma simples meia, até roupas de grife que alimenta o mercado informal nas feiras livres espalhadas pelo pais brasileiro.

Sem policiais no posto, é fácil flagrar ultrapassagem irregular em frente ao prédio.

Sem a fiscalização do posto da PRF no entroncamento de acesso à cidade de Xapuri, cargas de produtos destinados à fronteira com isenção de impostos, tem suas notas fiscais ‘esquentadas’ e retornam para a Capital e outros estados da Federação.

Se a Secretaria de Segurança do Acre, juntamente com o Ministério da Justiça não olhar para essa situação imediatamente, a violência e o contrabando de forma geral, estão fadados ao crescimento desenfreado na região de fronteira do Acre.

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