Rede de Marina encerra segunda fase de coleta com 706 mil assinaturas

Para que Marina possa disputar a Presidência no ano que vem, o partido precisa ser formalizado até outubro. A Rede Sustentabilidade, partido que a ex-senadora Marina Silva trabalha para criar, encerrou neste domingo (7) a segunda etapa do cronograma de coleta de assinaturas para a...

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Para que Marina possa disputar a Presidência no ano que vem, o partido precisa ser formalizado até outubro.

A Rede Sustentabilidade, partido que a ex-senadora Marina Silva trabalha para criar, encerrou neste domingo (7) a segunda etapa do cronograma de coleta de assinaturas para a formalização da sigla com 100 mil apoios a menos que a meta estabelecida.

Depois de atingir 500 mil apoios no início de junho, o grupo havia determinado 7 de julho como prazo para chegar às 800 mil assinaturas, marca que considera necessária para conseguir obter o registro na Justiça Eleitoral a tempo de disputar as eleições de 2014. Segundo números atualizados até domingo, o grupo tem 706 mil apoios.

A ex-senadora Marina Silva no segundo dia de desfile da São Paulo Fashion Week/Zanone Fraissat - 19.mar.13/Folhapress
A ex-senadora Marina Silva no segundo dia de desfile da São Paulo Fashion Week/Zanone Fraissat – 19.mar.13/Folhapress
A quantidade de fichas, no entanto, ainda deve crescer nos próximos dias. O partido aguarda o envio pelo correio de assinaturas coletadas em cidades que não têm postos, além da contabilização de fichas dos últimos dias.
Para que a criação da Rede seja oficializada pela Justiça Eleitoral, são necessárias 495 mil assinaturas validadas por cartórios. Como parte das fichas entregues acabam invalidadas por problemas em informações fornecidas ou por assinaturas que não correspondem à do título eleitoral, por exemplo, o grupo estabeleceu a meta de 800 mil.
Das primeiras assinaturas entregues para a validação, cerca de 40% apresentavam problemas e não foram reconhecidas. As perdas são maiores do que a estimada pelo grupo no início do processo de coleta.
Para que Marina possa disputar a Presidência no ano que vem, o partido precisa ser formalizado até outubro. A ex-senadora, no entanto, tem dito que sua candidatura ainda é uma “possibilidade”.
Com os protestos das últimas semanas, Marina foi o nome que mais cresceu, segundo pesquisa Datafolha divulgada há uma semana. No cenário hoje mais provável, com candidaturas de Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e Dilma Rousseff (PT), ela disputaria o segundo turno com a petista.

 

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