Na tarde desta sexta-feira, 16, representantes da #rede conversaram com a ministra Laurita Vaz sobre dificuldades enfrentadas junto aos cartórios eleitorais

Representantes da Rede Sustentabilidade se reuniram na tarde de hoje com a corregedora-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Laurita Vaz, para conversar sobre os problemas enfrentados no processo de criação do partido. O grupo reforçou a necessidade de que o prazo de 15 dias para a validação das fichas seja cumprido. Hoje, há casos de cartórios que receberam fichas há mais de 60 dias e ainda não deram retorno.

“Pontuamos as dificuldades nos TREs (Tribunal Regional Eleitoral) e nos cartórios e viemos aqui na busca de solução para um problema que não foi criado por nós”, disse Marina Silva em coletiva após o encontro. “Entendemos que existem dificuldades estruturais na Justiça, mas obviamente não podemos pagar o preço por uma falta de estrutura”, completou.

Na reunião, também foi pedido à corregedora que fossem reavaliados os parâmetros de validação das assinaturas. A consulta nos cartórios ocorre principalmente pelo caderno da última votação. Sendo assim, assinaturas de jovens ou idosos, cujo voto é facultativo, ou quem não votou nas últimas eleições podem estar sendo invalidadas. Vale lembrar que o índice de abstenção nas ultimas eleições superou os 20% no 2º turno. Outro problema é que muitas invalidações acontecem porque a assinatura não confere, pois a pessoa deu apenas um visito na hora da votação.

Até o momento, 615 mil fichas já foram enviadas aos cartórios e apenas 250 mil foram certificadas. Mesmo com as dificuldades burocráticas, Marina reiterou sua segurança no processo. “Temos a confiança de que a justiça será feita em prol de um processo político legítimo que contou com a mobilização de centenas de milhares de pessoas que manifestaram seu desejo de que a #rede seja criada como partido”.

Além da ex-senadora Marina Silva, estiveram presentes no encontro o deputado federal Walter Feldman, André Lima, Porta Voz da #rede no Distrito Federal e Marcela Moraes, coordenadora do processo de coleta de assinaturas.

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