Cameli, que cumpre agenda oficial em Nova York (EUA), Rocha ficará responsável por tentar apaziguar os ânimos dos deputados da base.

Por Marcos Venicios

O governador em exercício Major Rocha falou a reportagem do jornal Ac24horas na manhã desta sexta-feira, 20, a respeito dos últimos acontecimentos envolvendo a crise política entre o Palácio Rio Branco e os deputados da base na Assembleia Legislativa. Na ausência de Cameli, que cumpre agenda oficial em Nova York (EUA), o militar ficará responsável por tentar apaziguar os ânimos dos deputados da base.

“Acredito que temos condições de compor e repactuar. Vamos trabalhar nisso. Vamos nos reunindo esperando ter uma definição sobre essa situação na próxima terça, quando o Gladson chegar”, ressaltou Rocha.

Sobre a possibilidade ventilada por deputados de Gladson se afastado do cargo por intermédio de um impeachment, Rocha ressaltou que a ideia é um total absurdo. “Eu espero sinceramente que isso não tenha nem passado na cabeça dos parlamentares. Se isso ocorresse, eu pediria licenciamento do cargo”, revelou.

A reportagem apurou que caso de fato Gladson fosse afastado e o vice-governador pedisse licença do cargo, quem assumiria o governo seria o presidente da Assembleia Legislativa.

Rocha enfatiza que trabalha com o líder do governo, o deputado Luis Tchê (PDT), e o secretário de Articulação Institucional para equacionar a crise. “Sabemos que existe esse problema financeiro. O ajuste é necessário, mas também temos que entender o lado político da coisa. Vamos resolver isso em comum acordo entre os poderes”, disse.

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