“A luta não é exclusiva do Sinteac, mas vamos trabalhar em conjunto com os demais servidores para construirmos um grande movimento”, afirmou Rosana

RÉGIS PAIVA

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), professora Rosana Nascimento, convocou a imprensa na manhã desta segunda-feira (16) para anunciar a adesão dos servidores da Educação ao movimento nacional de luta contra as ações do Governo Federal que atingem aos trabalhadores em geral e também aos servidores públicos. A greve está marcada para iniciar no dia 15 de março, devendo a base do Sinteac decidir sobre a duração da paralisação no dia oito de março.

“Já estamos fazendo a convocatória para os servidores da Educação para participarem do movimento. Mas a luta não é exclusiva do Sinteac, mas vamos trabalhar em conjunto com os demais servidores para construirmos um grande movimento. Especificamente para nossa categoria a decisão será dia oito de março, quando vamos deliberar sobre o tempo de duração mas, de qualquer forma, no dia 15 de março vamos parar o Brasil”.

Assista o vídeo da convocação:

Rosana informou ser o movimento uma deliberação da base educacional no Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), ocorrida entre 12 e 15 de janeiro. No evento no qual foi deliberada uma grande greve nacional por parte dos trabalhadores em Educação, mas a orientação é para unificar aos outros movimentos da sociedade civil organizada.

“Todos os trabalhadores estão sendo convidados para juntos fazermos frente a este governo neoliberal que quer privatizar Petrobras e pré-sal, que viria para valorizar a educação e os trabalhadores, além de praticamente acabar com a aposentadoria para todos”, destacou Rosana.

A sindicalista disse que deve se reunir com os outros segmentos do movimento sindical para unir as ações: “Se os trabalhadores não se movimentarem contra este governo que pretender tornar o país ainda mais miserável estaremos perdidos. Os trabalhadores são a maioria e têm a força para fazer as modificações, pois unificados somos mais fortes e poderemos fazer o enfrentamento. Temos de nos pronunciar sobre estas medidas”.

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