Samoel Evangelista diz que não havia justificativa para desbloquear Telexfree

“Não ficou evidenciado novos elementos que provem a licitude da empresa”, declarou em texto escrito da decisão proferida. Para o desembargador Samoel Evangelista, presidente do colegiado da 2ª Câmara e...

“Não ficou evidenciado novos elementos que provem a licitude da empresa”, declarou em texto escrito da decisão proferida.

Para o desembargador Samoel Evangelista, presidente do colegiado da 2ª Câmara e relator do agravo de instrumento interposto pela Ympactus Ltda, a Telexfree, não havia motivos para revisão da decisão de bloqueio das contas da empresa e proibição de novas adesões.

Afirmando não haver elementos que justifiquem uma mudança na decisão, o desembargador afirmou que manterá a decisão agravada. O voto do relator foi seguido pelas desembargadoras Regina Ferrari e Waldirene Cordeiro.

“Não ficou evidenciado novos elementos que provem a licitude da empresa”, declarou em texto escrito da decisão proferida.

O julgamento que manteve o bloqueio das contas da Telexfree foi realizado em meio ao reforço na segurança do prédio do Tribunal de Justiça, onde dezenas de jornalistas, investidores da empresa, advogados e o deputado estadual Éber Machado (PSDC), compareceram para assistir à decisão da 2ª Câmara Civil.

Para um dos advogados da empresa Telexfree, Djaci Falcão, o caminho natural agora é recorrer da decisão judicial/Foto: Agência ContilNet
Para um dos advogados da empresa Telexfree, Djaci Falcão, o caminho natural agora é recorrer da decisão judicial/Foto: Agência ContilNet

Os desembargadores que compõem a 2ª Câmara Civil indeferiram por unanimidade, na manhã desta segunda-feira (8), o pedido de revisão da decisão liminar que bloqueou as contas da empresa Ympactus Ltda, que tem como nome fantasia Telexfree.

O julgamento foi presidido pela desembargadora Waldirene Cordeiro, haja vista que o presidente do colegiado e relator da ação, Samuel Evangelista, estava impedido de presidir por conta do regimento do TJ.

Para um dos advogados da empresa Telexfree, Djaci Falcão, o caminho natural agora é recorrer da decisão judicial. “Decisão judicial não se discute, se recorre”, diz.

Fonte: Contilnet

 

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