Atualmente 1.532 pessoas aguardam algum tipo de cirurgia óssea (Foto: Arquivo Sesacre)

O Ministério da Saúde vai acelerar o processo de deslocamento de uma nova equipe do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia de Rio Branco (Into), para mais um mutirão de cirurgias em Rio Branco. O anúncio foi feito pessoalmente pelo ministro da pasta, Luiz Henrique Mandetta, ao governador do Estado do Acre, Gladson Cameli, em Brasília, no início desta semana.

O Acre já assinou um termo de cooperação para arcar com os custos das diárias da equipe médica e enfermeiros, mas o transporte é a cargo do Governo Federal.

O mutirão vai atendar à demanda reprimida. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, atualmente 1.532 pessoas aguardam algum tipo de cirurgia óssea, no setor de ortopedia da Fundação Hospitalar do Acre.

Cameli solicitou também celeridade no convênio 1.825/2007 que trata da construção do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia de Rio Branco (Into). Os recursos já estão disponíveis, aguardando apenas parecer do Fundo Nacional de Saúde, para a sua liberação.

A construção de uma nova maternidade também foi tema da conversa. Foi solicitada a liberação de recursos por meio de um programa específico do Ministério da Saúde.

Entrega de caminhonetes

Além disso, o Ministério da Saúde vai entregar pelo menos 30 novas picapes para o Governo do Estado do Acre. Segundo afirmou o ministro da Saúde a Gladson Cameli, as caminhonetes são ideais para as ações em saúde no interior.

Todas têm tração nas quatro rodas, para uso rural, serão usadas, em sua maioria, para suprir as necessidades da Secretaria de Estado de Saúde nas cidades interioranas, já que apenas nove delas permanecerão em Rio Branco.

Além dos veículos, o encontro do ministro Mandetta com o governador Gladson Cameli serviu para garantir o pagamento da 11ª parcela dos recursos destinados para a Unidade de Pronto Atendimento do Segundo Distrito de Rio Branco.

A reunião contou com a presença do deputado federal Jesus Sérgio, do secretário de Estado da Saúde, Alysson Bestene, e do Procurador de Justiça do Estado em Brasília, Armando Melo.

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