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Petecão pediu para o governador Tião Viana ter mais humilde e chamar a bancada federal do Estado por meio do deputado Raimundo Angelim (PT) para dialogar e tentar resolver a guerra contra a criminalidade

WILIANDRO DERZE

Ao se pronunciar na tribuna do Senado Federal na tarde desta quinta-feira (16) parabenizando seu Estado pelos 54 anos completado nessa quarta-feira (15), o senador Sérgio Petecão (PSD/AC) chamou a atenção para os índices assustadores de violência no Acre. O parlamentar destacou que a população exige uma atitude urgente e mais efetiva da gestão pública Estadual com apoio do governo Federal.

O senador Petecão também trouxe dados relacionados aos índices de violência no Acre entre o dia 1º de maio e 15 de junho deste ano. De acordo com os números apresentados pelo senador, neste período houve 48 casos de homicídios e 77 tentativas, além de 107 assaltos, em sua maioria em estabelecimentos comerciais. Petecão disse também que os criminosos têm investido geralmente em roubar camionetes que é bastante valorizada pelos traficantes na fronteira da Bolívia.

O pronunciamento do senador também lembrou que a gestão do PT no governo do Acre tem “mascarado os números reais de violência”, sendo o 3º pior Estado da federação em transparência da informação analisado pela Câmara de Combate a Corrupção do Ministério Público Federal (MPF).

Petecão não poupou criticas ao governador Tião Viana (PT) pedindo para o gestor ser mais humilde e chamar a bancada federal do Estado por meio do deputado Raimundo Angelim (PT) para dialogar e tentar resolver a guerra contra a criminalidade.

“O governador vai para redes sociais chama a população contra a presidente afastada de conxinhas. Me diz se isso é papel de governador”, questionou o senador.

Para Petecão o momento é de união em busca de uma solução para os problemas e para isso a humildade deve prevalecer.

“Quero aqui fazer um apelo às autoridades federais, ao ministro da Justiça, que nós possamos criar um evento com todas as instituições, com a Polícia Federal, com a Polícia Militar, com a Polícia Civil, com a Força Nacional”, finalizou Petecão.

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