Por Leônidas Badaró

A Polícia Civil resolveu aderir em massa ao protesto contra a Reforma da Previdência enviada pelo governo do estado à Assembleia Legislativa.

Segundo informações apuradas pela reportagem e confirmada por vários policiais, as delegacias foram esvaziadas para que o maior número de civis pudessem participar da manifestação.

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Apenas os serviços estritamente emergenciais estão sendo realizados nas delegacias de polícia.

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Segundo Tibério César, presidente do Sindicato dos Policiais do Acre, a proposta de Reforma do Governo Gladson é mais nociva à categoria do que a nacional, aprovada pelo congresso brasileiro.

“O que estamos trabalhando aqui tentando tirar os pontos que prejudicam os policiais civis. Queríamos pelo menos com referência a reforma nacional que apesar de ruim, não é tão lesiva a categoria”, diz Tibério.

O que era manifestação, virou apoio. A insatisfação deu resultado. No final da manhã desta quinta-feira, 7, o próprio Tibério César, representante dos policiais civis, Sérgio Lopes, presidente da Associação de Delegados de Polícia do Acre (Adepol), Charles da França Pereira, presidente da AAPO e Betho Calixto, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre (Sindapen) e Éder Alves de Azevedo, presidente da Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário do Acre (ASSPEN), publicaram um documento onde afirmam que conseguiram reverter alterações legislativa que trariam prejuízos irreparáveis aos operadores da segurança pública.

No documento, afirmam ainda que cientes do grave momento financeiro enfrentado pelo estado, entendem que os servidores civis da Segurança Pública estão dando sua cota de sacrifício em prol do Acre.

Leia o documento aqui.

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