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Telexfree: Justiça nega 36 pedidos de devolução de verbas a divulgadores

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Ações individuais só serão atendidas após rateio coletivo, afirma juíza responsável pelo caso.

Manifestantes protestam contra bloqueio da Telexfree/Foto: J. Duran Machfee/Futura Press

Manifestantes protestam contra bloqueio da Telexfree/Foto: J. Duran Machfee/Futura Press

A Justiça do Acre negou 36 pedidos de ressarcimento a divulgadores da Telexfree , como são chamados os associados do negócio suspeito de ser uma pirâmide financeira. As solicitações foram enviadas por 15 juízes de oito Estados. O objetivo é garantir pagamentos antecipados – e maiores – do que os previstos na ação movida pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a empresa.

As negativas –reveladas pelo iG na semana passada – foram oficializadas na última sexta-feira(27), com a publicação de despacho de Thaís Khalil , juíza da 2ª Vara Cível de Rio Branco pela liminar (decisão provisória) que bloqueou as atividades da Telexfree há 104 dias.

O MP-AC acusa a Telexfree de ser uma pirâmide financeira sustentada pelas taxas de adesão pagas pelos divulgadores. Eles eram atraídos para o negócio com a promessa de lucrarem com a revenda de pacotes de telefonia VoIP, publicação de anúncios na internet e recrutamento de mais gente para a rede.

Os representantes da Telexfree negam irregularidades, argumentam que o faturamento da empresa vem da venda dos pacotes VoIP e que praticam marketing multinível .

Coletivo primeiro

A juíza Thaís negou os pedidos por entender que isso poderia prejudicar o rateio que o Ministério Público do Acre (MP-AC) quer que seja feito com as verbas da Telexfree e dos donos da empresa, caso eles venham a ser condenados na ação coletiva movida pelos promotores.

Nessa ação, que ainda não tem data para ser jugada, o MP-AC pede que a Telexfree seja obrigada a devolver o investimento feito pelos divulgadores no negócio. O dinheiro que eventualmente sobrar após essa fase será usado para pagar as bonificações prometidas pelas empresa. É provável, porém, que não haja sequer dinheiro suficientes para ressarcir o investimento feito por todos.

Estima-se que o congelamento tenha conseguido alcançar cerca de R$ 600 milhões que estão nas contas da Telexfree e de seus sócios. A empresa tem cerca de 1 milhão de associados no Brasil e segundo o seu diretor, Carlos Costa, deve R$ 230 milhões a um conjunto não especificado deles.

Para tentar se adiantar ao julgamento da ação coletiva e obter valores mais expressivos – além das taxas de adesão pagas, as bonificações prometidas e indenizações por dano moral –, alguns divulgadores têm entrado com processos individuais. No fim de julho, cerca de um mês após o bloqueio, já havia 176 ações em tramitação , nas quais os divulgadores pediam R$ 2,8 milhões.

Alguns conseguiram decisões favoráveis, como um advogado de Rondonópolis (MT) que obteve uma liminar no valor de R$ 101 mil. Nesse caso, a juíza responsável pela ação determinou que o dinheiro fosse transferido para uma conta de Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) ou que o crédito do advogado fosse anotado no processo que corre no Acre.

Fim da fila

Na decisão publicada na sexta-feira (27), a juíza Thaís argumenta que disponibilizar o dinheiro imediatamente poderia prejudicar “ou até mesmo inviabilizar” o rateio previsto pela ação coletiva. Por isso, só haverá disponibilização de dinheiro das ações individuais se sobrar algum após essa primeira fase. Nesse caso, será seguida a ordem cronológica de solicitação.

“Esta garantia [ os bens bloqueados na liminar ] goza de preferência sobre as demais, vinculadas a outros juízos. Sendo assim, deve-se aguardar o resultado da ação principal”, escreveu a juíza.

A juíza Thaís também reafirmou que os divulgadores que tinham conhecimento da ação coletiva e mesmo assim optaram por um processo individual devem pedir a suspensão desse último para participar do rateio coletivo. Do contrário, serão excluídos e ficarão para o fim da fila.

Fonte: iG

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UFC 270: Deiveson Figueiredo vence Brandon Moreno em grande luta e retoma título

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Brasileiro vence o último capítulo da trilogia por decisão unânime (triplo 48-47) em combate espetacular no co-evento principal em Anaheim (EUA)

Foi uma luta para entrar para a história do peso-mosca (até 57kg). O terceiro encontro entre Brandon Moreno e Deiveson Figueiredo foi repleto de tensão e terminou com final feliz para o Brasil. O desafiante venceu por decisão unânime (triplo 48-47) e recuperou o cinturão da categoria graças a potência de sua mão direita, que lhe garantiu knockdowns em momentos decisivos do combate.

Deiveson Figueiredo venceu Brandon Moreno por decisão unânime (triplo 48-47) — Foto: Getty Images

Depois de empatar na primeira luta e manter o cinturão e ser finalizado no segundo confronto contra o mexicano, Deiveson voltou com outra postura e teve em Moreno um rival que valorizou a sua conquista. Ainda no octógono, ele pediu para enfrentar o lutador pela quarta vez, agora no México.

A luta

O combate começou muito equilibrado, mas o brasileiro conseguiu desequilibrar o campeão duas vezes com chutes na base. Com pouco mais de um minuto para o fim do round, Deiveson aplicou a queda e foi para as costas, mas o mexicano fez bonito giro para escapar da posição e voltar em pé. Ainda houve tempo para Moreno acertar dois chutes baixos e receber uma dura esquerda no rosto.

O campeão voltou melhor no segundo round e acertou dois cruzados. Deiveson tentou um chute rodado, mas Moreno marcou bem o tempo e derrubou. O brasileiro fez o giro e logo ficou de pé, mas o mexicano passou a conectar muitos socos na cabeça do desafiante. Figueiredo aplicou uma queda no começo do terceiro assalto, foi para as costas, mas perdeu a posição novamente. O brasileiro conectou uma esquerda e balançou o rival, mas, ao ir para cima, recebeu um contragolpe e também sentiu, mas ambos se recuperaram rapidamente.

Deiveson Figueiredo venceu Brandon Moreno por decisão unânime (triplo 48-47) — Foto: Getty Images

A luta ganhou contornos de emoção. Deiveson desequilibrou de novo o mexicano com um chute baixo, mas recebeu outra bomba na cabeça que o fez recuar. Nos momentos de trocação franca, Moreno era mais preciso, mas, nos segundos finais do round, o brasileiro acertou um direto de direita que levou o campeão a knockdown. O desafiante sentiu o bom momento e voltou melhor para o quarto assalto, mas sem se expor demais. Moreno, no entanto, procurou a luta mais franca e foi mais efetivo que o rival.

Moreno conseguiu uma queda no início do último round, mas o brasileiro escapou da posição pouco depois. Com cerca de dois minutos para o fim do confronto, Deiveson acertou uma bomba de direita e levou o campeão a knockdown. No fim, os dois foram para o tudo ou nada com muitos golpes, mas ambos ficaram de pé.

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Sargento se afoga, é ressuscitado após 50 minutos e morre pouco tempo depois em SP

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Caso ocorreu em Praia Grande, enquanto ele curtia o dia com a família. Sergio Alves Mendes tinha 50 anos, foi socorrido a uma unidade de saúde da cidade, mas não resistiu.

Sergio Alves Mendes chegou a ser socorrido, mas não resistiu — Foto: Reprodução

Um sargento da reserva da Polícia Militar morreu após se afogar no mar de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo apurado pelo g1 neste domingo (23), Sergio Alves Mendes, de 50 anos, foi socorrido a uma unidade de saúde da cidade, foi reanimado por 50 minutos, voltou à vida, mas não resistiu.

O caso ocorreu por volta das 13h, na praia do bairro Vila Guilhermina. Segundo o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), ele estava com a família e entrou no mar para se banhar, quando foi arrastado por uma corrente de retorno e passou a se afogar.

Banhistas que estavam no local o viram e entraram no mar para resgatá-lo e levá-lo até a faixa de areia. Durante o resgate, guarda-vidas foram acionadas e o pegaram já inconsciente. Ele foi socorrido até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Samambaia, onde foi reanimado e teve os sinais vitais reestabelecidos após cerca de 50 minutos de manobras de ressuscitação.

Apesar disso, o sargento não resistiu e acabou morrendo pouco tempo depois na unidade. Ainda de acordo com o GBMar, Mendes atuou pela última vez no 46º Batalhão de Polícia Militar Metropolitana, sediado na cidade de São Paulo.

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Vídeo: Campeonato Carioca inicia na próxima quarta-feira, dia 26

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Campeonato carioca é referencia para o mundo, onde joga grandes craques e revela novos talentos. A transmissão será exclusiva da TV Record.

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