Policiais federais, militares do Acre e da Bolívia, se reuniram antes de falar com os manifestantes.

A exemplo do que acontece em outras fronteiras da Bolívia com o Brasil, as pontes que ligam as cidades de Brasiléia e Epitaciolândia, localizadas no estado do Acre, à cidade de Cobija, capital do estado boliviano de Pando continuarão pelas próximas horas.

Na tarde desta sexta-feira, dia 8, agentes da Polícia Federal, com apoio do Bope e Getam e Polícia Militar do estado do Acre, se reuniram na cidade de Cobija com as autoridades policiais bolivianas para tentar encontrar uma solução e liberar as pontes.

Comandante da Polícia Nacional boliviana em pando, tentando negociar a liberação da ponte.

Por volta das 14h10, aconteceu uma tentativa de negociação entre um coronel da polícia boliviana com alguns representantes dos manifestantes boliviano no meio da ponte, para que desobstruíssem a ponte para poder tráfego pesados aos veículos que estão parados nestes três dias. Somente no lado brasileiro, ao menos 30 caminhões estão estacionados a espera da retirada do bloqueio. No lado boliviano tem outras dezenas.

Após alguns minutos, os manifestantes falaram à autoridade boliviana que não iriam sair. Por enquanto, qualquer tentativa de retirada foi suspensa, mas, foram orientados pela polícia brasileira, que não poderiam mais ficar do lado do Brasil e deveriam respeitar o limite que demarcado no meio da ponte.

Segundo um dos manifestantes, comentou que já estão preparados para qualquer momento, a polícia do seu país tentar novamente desobstruir a ponte e usarem de força e gás contra eles.

Segundo o Capitão Rogério, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), os mesmos estão orientados para que não passem para o lado brasileiro caso ocorra uma operação por parte da polícia boliviana. Caso aconteça, deverão ser levados de volta.

Veja vídeo.

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