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Todo Acre fica na faixa amarela e Comitê da Covid-19 acende alerta sobre variante Delta

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Fonte arte: Ac24horas

O Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 anunciou em coletiva na manhã desta sexta-feira, 9, que a regional do Alto Acre que até então estava em faixa verde regrediu para a faixa amarela, as regionais do Baixo Acre, Purus e do Juruá se manteve mais uma vez na fase de atenção, representada pela cor amarela. Foi analisado o período de 20 de junho a 3 de julho.

A avaliação do comitê leva em consideração sete fatores: índice de isolamento social; índice de notificações por síndrome gripal; índice de internação por síndrome gripal; índice de novos casos por síndrome gripal Covid-19; índice de óbitos por Covid-19; ocupação de leitos clínicos – Covid-19 e ocupação de UTIs Covid-19.

Com a regressão da classificação no Alto Acre, todos os segmentos comerciais e igrejas podem funcionar com a capacidade de 50% em todas as regionais. O horário de funcionamento para bares e restaurantes fica estendido até a meia-noite.

A coordenadora do Comitê, Karolina Sabino, explicou que a mudança da faixa no caso do Alto Acre ocorreu após um aumento no número de óbitos em relação ao período da fase verde. Segundo ela, as outras regionais tiveram uma tendência tímida de casos e foi possível constatar um número menor na adesão de índice de isolamento social devido a flexibilização das medidas.

Na coletiva, Marcos Lima Malveira, da Vigilância Sanitária Estadual, acendeu o alerta sobre a variante delta do coronavírus que é um dos principais motivos do agravamento recente da pandemia de covid em países onde a vacinação está avançando bastante. A OMS acredita que a variante, que é muito mais transmissível que as outras mutações do coronavírus já identificadas, têm potencial para se tornar a dominante no mundo nos próximos meses

Segundo ele, não há casos suspeitos dessa variante no Acre, no entanto, já foram confirmados mais de 20 casos dela no país e em alguns estados já ocorre a transmissão comunitária. Ele pediu que aquele ou aquela que já esteja apto a receber a segunda dose da vacina, que procure um ponto de imunização para completar o ciclo vacinal e diminuir as chances de circulação desse vírus.

“Essa variante Delta vem se tornando mais prevalente no mundo e provocou alguns sustos em Israel e um número maior de internações e de casos nos Estados Unidos, em estados que estão com baixa cobertura vacinal. Até o momento, foram confirmados 20 casos dessa variante no país, no entanto, não há confirmação pelo Acre, mas o que se sabe é que há a transmissão comunitária dessa variante no país. Por isso, é necessário que a gente permaneça alerta com os cuidados de higiene, distanciamento social, uso de máscaras e álcool gel e acelere a cobertura vacinal para conter essa variante. Então, se você puder receber a segunda dose da vacina não espere, procure um ponto de vacinação e encerre o ciclo vacinal”, afirmou.

O diretor do Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), Osvaldo Leal, unidade escolhida como referência para tratamento da Covid-19, afirmou que a unidade tem pouquíssimas pessoas internadas e cobrou das prefeituras mais agilidade na imunização.

“O Into vive o seu melhor momento em relação às internações com menos de 20 pacientes internados entre leitos clínicos e de UTI. Vale ressaltar que a unidade já teve mais de 200 pessoas internadas, mas precisamos manter os cuidados de higiene, uso de máscara, álcool gel e o distanciamento social para não ocorrer uma regressão de faixa e aumento no número de casos. Além disso, as prefeituras têm que agilizar a imunização e buscar aqueles que perderam a segunda dose para completar a fase vacinal assim garantindo uma cobertura maior”, salientou.

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Redução das queimadas até 7 de agosto é de 53% no Acre, segundo dados do Inpe

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Por Raimari Cardoso

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou, na semana passada, nota comemorando a queda nos focos de queimadas no Brasil no primeiro semestre do ano.

Segundo o MMA, somados, “os biomas apresentaram queda de, aproximadamente, 3,5% em relação ao mesmo período de 2021”.

A queda, de acordo com a pasta ambiental, deveu-se aos esforços do Governo Federal no combate aos incêndios e no aumento do efetivo de brigadistas.

No Acre, a redução, de acordo com os dados do programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é de 53%. São 491 focos detectados neste ano, até 7 de agosto, contra 1.061 do ano passado.

No entanto, o período mais seco do ano para a maioria dos biomas brasileiros, como Amazônia, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga, quando há maior número de queimadas, é compreendido entre agosto e novembro.

No Acre, em 2021, os meses de agosto, setembro e outubro somaram, respectivamente, 3.185, 3.982 e 1.118 focos de queimadas.

Até o momento, os municípios acreanos com os maiores registros de queimadas são: Feijó (107 – 28% do total); Tarauacá (54 -11% do total); Rio Branco (37 – 7,5% do total); Xapuri (37 – 7,5% do total); e Manoel Urbano (34 – 6,9% do total).

A Reserva Extrativista Chico Mendes é a Unidade de Conservação Federal com o maior índice – são 43 focos, o que corresponde a 64,2% do total. Em seguida estão as Reservas do Alto Juruá, com 11 focos de queimadas e do Cazumbá Iracema, com 8 focos.

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MPAC acompanha instalação de Casa de Acolhida para migrantes em Brasileia e Epitaciolândia

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, participou nesta quinta-feira, 4, de agenda com o Ministério Público Federal (MPF), a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), Secretaria de Estado de Assistência Social, Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SeasDHM) e os Municípios de Brasileia e Epitaciolândia, na qual foram pactuadas as responsabilidades para dar início ao funcionamento de uma Casa de Acolhida para migrantes, refugiados e apátridas.

Na reunião, o MPAC foi representado pelo promotor de Justiça Juleandro Martins de Oliveira, que também é membro do Grupo de Atuação Especial em Contextos Migratórios (Gaemig) do MPAC.

“A municipalização do acolhimento institucional de migrantes, refugiados e apátridas na região Alto Acre é um dos objetivos do Projeto Cidadania sem Fronteira, que objetiva fortalecer a rede de proteção social dessa parcela da população em situação de vulnerabilidade”, explicou o promotor Juleandro Martins de Oliveira.

A iniciativa vem ao encontro dos objetivos pactuados em um Termo de Acordo Extrajudicial (TAE), firmado entre o MPAC e as instituições supramencionadas, visando a municipalização do acolhimento institucional de migrantes, refugiados e apátridas.

Na ocasião, foram definidas as responsabilidades quanto a manutenção da Casa de Acolhida por parte das prefeituras responsáveis, bem como a definição das equipes técnicas que irão atuar em seu funcionamento. Foi pactuado, ainda, que a Casa de Acolhida inicie suas atividades na próxima semana.

Ana Paula Pojo – Agência de Notícias do MPAC

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MPAC e instituições avançam na elaboração de fluxo de atendimento a migrantes em Brasileia e Epitaciolândia

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, realizou nos dias 4 e 5 de agosto, uma oficina técnica para avançar na elaboração de um fluxo de atendimento para migrantes, refugiados e apátridas, nos municípios de Epitaciolândia e Brasileia.

A oficina foi coordenada pelo promotor de Justiça Juleandro Martins de Oliveira, que também é membro do Grupo de Atuação Especial em Contextos Migratórios (Gaemig) do MPAC. O evento teve o apoio do Centro de Apoio de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (Caop DDHC) e foi realizado no auditório da Promotoria de Justiça de Brasileia.

“Foi mais um avanço para a política migratória no Alto Acre, pois cada instituição envolvida pôde dar sua contribuição para a elaboração do fluxo, que está sendo construído considerando as peculiaridades da região”, disse o promotor de Justiça.

O MPAC trabalha para fortalecer o diálogo interinstitucional e definir estratégias de atuação integrada que permitam avançar na implementação de uma política de proteção social aos migrantes, refugiados e apátridas na região do Alto Acre.

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