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Toffoli nega pedido de subprocuradores sobre representação contra Aras

A representação foi então reencaminhada ao vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, e após sucessivos despachos acabou por ser enviada diretamente ao Senado Federal, sem análise de mérito no conselho.

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Segundo Toffoli, a representação trouxe somente meras ilações

Por Felipe Pontes

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou na noite de ontem (23) um mandado de segurança solicitado por cinco subprocuradores da República, que buscavam garantir a análise de uma representação contra o procurador-geral da República, Augusto Aras, no Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF).

O mandado havia sido apresentado ao Supremo na segunda-feira pelo vice-presidente do CSMPF, o subprocurador José Bonifácio de Andrada, e outros quatro membros do conselho. Atualmente, o órgão é composto por nove subprocuradores eleitos, sendo presidido pelo próprio Aras. Entre as atribuições do conselho está a análise da abertura de processo administrativo contra membros do MPF.

Na peça, os subprocuradores apontavam supostas “manobras ilegais” de Aras na tramitação de uma representação contra ele apresentada ao conselho pelo ex-procurador-geral da República Claúdio Fonteles e outros subprocuradores aposentados.

Toffoli, contudo, afirmou que os cinco conselheiros não conseguiram comprovar tais manobras, e que o mandado de segurança apresentado trouxe somente “meras ilações, não se verificando na espécie nenhuma ilegalidade ou abuso de poder”.

Representação

Na representação apresentada ao CSMPF, o procurador-geral foi acusado de prevaricação, que é quando um agente público deixa de cumprir atos oficiais em prol de interesses pessoais.

Segundo os cinco conselheiros do CSMPF, o documento foi recebido pelo conselho em 9 de agosto, quando Bonifácio de Andrada, no exercício da presidência do colegiado, determinou a livre distribuição, com a exclusão de Aras, por impedimento.

Os cinco conselheiros apontaram, contudo, que no lugar de ser distribuído o caso foi encaminhado por uma servidora ao gabinete do próprio Aras. A representação foi então reencaminhada ao vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, e após sucessivos despachos acabou por ser enviada diretamente ao Senado Federal, sem análise de mérito no conselho.

Para Toffoli, as supostas ilegalidades apontadas não estariam comprovadas por ato concreto de Aras, que estaria sendo apontado como responsável apenas por ser superior hierárquico a quem de fato movimentou o processo.

Também ontem, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou uma notícia-crime contra Aras apresentada pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Fabiano Contarato (Rede-ES). Os parlamentares apontavam o que seriam omissões do PGR relativas ao presidente da República, Jair Bolsonaro.

Sabatina

Nesta terça-feira (24), está marcada uma nova sabatina de Augusto Aras na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, após ele ter sido indicado pela Presidência da República para recondução por mais dois anos como PGR.

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Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio estimado em R$ 16 milhões

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A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (19) um prêmio acumulado e estimado em R$ 16 milhões.

As seis dezenas do concurso 2.445 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador ganhe o prêmio da faixa principal e aplique o valor na poupança, receberá  R$ 96,5 mil de rendimento no primeiro mês.

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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Caixa paga hoje Auxílio Brasil para cadastrados com NIS terminado em 2

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A Caixa Econômica Federal paga, nesta quarta-feira (19), a terceira parcela do Auxílio Brasil às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com o Número de Identificação Social (NIS) final 2.

A terceira parcela incluirá 3 milhões de famílias, aumentando para 17,5 milhões o total de famílias atendidas.

Cada uma delas receberá um repasse mínimo de R$ 400. De acordo com o Ministério da Cidadania, o investimento total para os pagamentos supera R$ 7,1 bilhões.

Confira o calendário:

Final do NIS Dia do pagamento
1 18 de janeiro
2 19 de janeiro
3 20 de janeiro
4 21 de janeiro
5 24 de janeiro
6 25 de janeiro
7 26 de janeiro
8 27 de janeiro
9 28 de janeiro
0 31 de janeiro

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também paga hoje – retroativamente – às famílias cadastradas no CadÚnico, com o NIS terminado em 2, e segue o mesmo calendário regular de pagamentos do Auxílio Brasil.

Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026 com o pagamento de 50% do preço médio do botijão de 13 quilos a cada dois meses. Atualmente, a parcela equivale a R$ 52.

Para este ano, o Auxílio Gás tem orçamento de R$ 1,9 bilhão. Só pode fazer parte do programa quem está incluído no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

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Saúde lança nova versão da caderneta de saúde para crianças

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Novo modelo será enviado aos estados e municipios até março

O Ministério da Saúde enviará até março a estados e municípios uma nova versão da caderneta de saúde. O documento é um instrumento de orientação para pais e responsáveis no processo de acompanhamento do desenvolvimento de suas crianças.

A nova versão traz um recurso para identificar crianças com possível Transtorno do Espectro Autista (TEA). O instrumento, chamado checklist M-CHART-R/F, é utilizado para acompanhar pessoas entre os 18 e os 30 meses de vida.

A avaliação pelo instrumento M-CHART-R/F deve ser conduzida em consultas de unidades de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). A orientação é que ela seja feita na consulta de puericultura, aos 18 meses de vida. A análise é aplicada por profissionais de saúde que realizam a consulta, com respostas apresentadas pelos pais.

Outro item incluído na nova versão da caderneta foi um conjunto de orientações acerca de como detectar sinais de albinismo. Essa condição é um distúrbio genético marcado pela falta total ou parcial de melanina, o que impacta a cor dos indivíduos. A identificação do albinismo é importante pois a condição implica cuidados específicos.

Segundo o Ministério da Saúde, foram incluídas também sugestões de práticas entre pais e filhos, como o estímulo à leitura.

Toda pessoa tem direito a receber uma caderneta de saúde. Os familiares que quiserem adquirir uma para sua criança deve buscar as unidades básicas de saúde da sua cidade ou consultar as secretarias de saúde sobre como obter o documento.

Mas o Ministério esclarece que não há necessidade de substituir a antiga caderneta pela nova versão. A versão anterior pode atender as crianças até os nove anos de idade.

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