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Vanda Milani destaca investimentos que transformam o Acre em grande canteiro de obras

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A deputada federal Vanda Milani destacou ontem (16) em Xapuri, investimentos do governo do Acre em parceria com o governo federal e os municípios que transformam o estado em um verdadeiro canteiro de obras. A parlamentar acompanhou o governador Gladson Cameli na assinatura de ordens de serviços para recuperação de ramais, entrega de equipamentos para patrulha mecanizada e a entrega de uma balsa.

“O momento é de implementar ações que possam ajudar os municípios na recuperação econômica. O governo acerta em buscar parcerias sem ver cores partidárias. O governo tem aliados de primeira hora na sua bancada federal e com essa união quem ganha é a população que mais precisa” analisou a deputada.

Somente em Xapuri foram destinados no conjunto de ações, um pacote que inclui a recuperação do Ramal Tupé e a entrega da Balsa Tauary, que atenderá o ramal Tabocal. Além dos benefícios em infraestrutura, foram entregues uma motoniveladora, avaliada em R$ 803 mil reais, uma pá carregadeira, avaliada em mais de R$ 472 mil reais, e um caminhão basculante, avaliado em R$ 354 mil reais. A deputada lembrou a aplicação de recursos que ela vem disponibilizando.

“Destinei emendas para que também sejam realizadas melhorias na região de Xapuri. Essa é a forma que temos para agradecer por tudo que a população tem feito por nós. É a melhor maneira de fazer nosso estado crescer”, analisou a parlamentar.

Vanda Milani garantiu emenda parlamentar de R$ 2 milhões para a manutenção de 11 quilômetros do Ramal Mucambo II, obra já concluída que garantiu acesso a três escolas e unidades de saúde na região, além de 8 quilômetros de manutenção no Ramal Tupá II. Os serviços foram executados via Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Políticas Indígenas, comandada pelo secretário Israel Milani.

Durante a solenidade, Vanda Milani disse ainda que melhorar os acessos da população que mora nas florestas é fundamental. “As pessoas que moram aqui precisam ter condições para se locomover, precisam de acesso a saúde, a educação e também precisam escoar os seus produtos extrativistas”, concluiu.

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No país, 2º maior valor do Auxílio Brasil está no Jordão

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As famílias de Jordão, no Acre, recebem o 2º maior valor do país do Auxílio Brasil, R$487,17. Apenas outro município -Campinapolis – localizado no Mato Grosso, contempla média superior: R$ 513,62.

O Auxílio médio do Acre (R$432,48) é 6,1% maior que a média brasileira (R$407,54).

Ao menos 106.651 famílias acreanas estão recebendo o seguro social nesta 3ª semana de janeiro. São R$ 46.124.790,00 injetados na economia do Acre neste princípio de ano com o pagamento simultâneo do Auxílio Emergencial e Benefício Extraordinário, que contempla dinheiro para ajudar a comprar o gás de cozinha.

Para saber em que dia o benefício fica disponível para saque ou crédito em conta bancária, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), impresso no cartão de cada titular. Para cada final do NIS há uma data correspondente.

As três milhões de novas famílias incluídas já começaram a receber notificações desde a última semana. Ao entrar no programa, elas recebem, via Correios, no endereço informado durante o cadastramento, duas cartas da CAIXA: a primeira é um informativo com orientações gerais, enquanto a segunda traz o Cartão Auxílio Brasil.

O cartão é gerado automaticamente em nome do responsável familiar. Com ele, é possível sacar o valor integral do benefício ou fazer saques parciais. Além disso, o beneficiário pode movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem, com opções de pagar contas, fazer transferências, conferir extrato e outros serviços.

As parcelas mensais do Auxílio Brasil ficam disponíveis para saque por 120 dias após a data indicada no calendário. Os beneficiários podem conferir no extrato de pagamento a “Mensagem Auxílio Brasil” com o valor do benefício.

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Após negarem atendimentos, médicos suspendem greve em Rio Branco

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Os médicos da rede básica de Rio Branco decidiram suspender temporariamente a greve deflagrada no final de 2021. A justificativa para a decisão, segundo o Sindicato dos Médicos do Acre, é a sensibilidade humanitária em razão do surto de gripe e Covid. A suspensão vai durar, inicialmente, 10 dias.

Segundo o presidente o sindicado, médico Guilherme Pulici, o momento é de união, buscando apoiar colegas que estão na linha de frente, sendo que parte acabou se contaminando pela Ômicron, a nova variante do coronavírus (Covid-19). “É uma demonstração de boa vontade da classe que, sensibilizada, escolheu suspender o movimento”.

Pulici diz isso porque nas ultimas semanas, com o aumento de casos da Covid-19, vário médicos estão sendo contaminados, o que, consequentemente, reduz a quantidade de profissionais dentro das unidades de saúde , justamente em razão da greve. A justiça determinou 90% dos profissionais precisavam trabalhar, logo, 10% se reveza.

A greve por tempo indeterminado, iniciada no dia 13 dezembro, foi motivada pela falta de negociação por parte da prefeitura de Rio Branco. Com a suspensão do movimento, a partir desta quarta-feira, 18, a classe espera que Bocalom possa seguir o mesmo espírito humanitário e apresentar de forma oficial uma contraproposta. A próxima assembleia já tem data marcada: dia 27 de janeiro.

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Auxílio Brasil 2022 já está na conta dos beneficiários

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Mais de 17,5 milhões de famílias serão contempladas, de acordo com o Ministério da Cidadania. Benefício mínimo será de R$ 400

A Caixa Econômica Federal começou a pagar o Auxílio Brasil de 2022 aos beneficiários nesta terça-feira (18). O programa substituto do Bolsa Família deve atender 17,5 milhões de famílias, de acordo com o governo federal. Vão receber primeiro as pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) cujo Número de Identificação Social (NIS) tenha final 1.

Na quarta-feira (19) será a vez dos beneficiários com NIS final 2 receberem o auxílio. A rodada de pagamentos referente ao mês de janeiro será paga até o dia 31. Cada família vai receber, no mínimo, R$ 400. Segundo o Ministério da Cidadania, o gasto para o pagamento dessa parcela supera os R$ 7,1 bilhões.

O ministro da pasta, João Roma, destaca que o novo programa de transferência de renda já começa com reajuste de 17%, o que vai ajudar a minimizar o impacto da inflação sobre o bolso das famílias. Segundo o IBGE, a inflação acumulada nos últimos 12 meses é de 10,06%.

“Um programa [Bolsa Família] que tinha um tíquete médio na casa de R$ 189, passa a ter um tíquete mínimo de R$ 400, ampliando a base de beneficiários. Tem todo um suporte a esses brasileiros que podem, sem dúvida nenhuma, através disso servir de sustentação para uma economia que precisa aquecer, retomar a estrutura para gerar emprego e fazer com que o Brasil avance cada vez mais”, afirma.

Auxílio Brasil: saiba mais sobre o novo programa social do governo

Projeto de lei que destina R$ 300 mi ao Auxílio Gás é sancionado

O programa

O Auxílio Brasil é dado às famílias que estão na extrema pobreza, ou seja, têm renda mensal de até R$ 100 por pessoa, e na pobreza, cuja renda per capita seja de até R$ 200 por mês. As famílias que estavam inscritas no antigo Bolsa Família migraram automaticamente para o novo programa em novembro do ano passado. Para sacar o benefício elas podem continuar usando o mesmo cartão e a mesma senha.

Quem não recebia Bolsa Família, mas se encaixa nos critérios para receber o auxílio precisa se inscrever no CadÚnico. O ministro da Cidadania, João Roma, disse que o Auxílio Brasil interliga outros programas sociais ao principal, de transferência de renda. Saiba mais sobre cada benefício aqui. Além disso, ele acredita que o novo programa social corrige erros da iniciativa anterior.

“Não se trata apenas do valor do tíquete médio, mas de uma outra ferramenta, que vai além da proteção social, mas também mostrando a possibilidade de transformação social. No Bolsa Família, quando o beneficiário assinava a carteira de trabalho, ele perdia o benefício. Já no Auxílio Brasil ele é estimulado a assinar a carteira e tem um mínimo de permanência de dois anos no programa, ou seja, perde o medo de ficar sem sua proteção social”, compara.

Newton Marques, professor de economia na Universidade de Brasília (UnB), diz que apesar do aumento do benefício na comparação com o Bolsa Família, o valor mínimo de R$ 400 ainda é insuficiente para uma família se sustentar, principalmente por conta da inflação, mas ajuda. “Do ponto de vista de que como estava funcionando na pandemia, o auxílio com R$ 600 era mais interessante, porque isso daí ajudava a manter essa família. Agora fica mais difícil, mas é muito melhor do que nada”, avalia.

Para Ana Noivá da Silva Soares, moradora de Quiterianópolis (CE), no entanto, o acesso ao novo programa social fez a renda da família aumentar consideravelmente. Antes, a dona de casa, que é casada e tem três filhas, recebia R$ 89 do Bolsa Família, Agora, ela conta, ganha R$ 400 por mês pelo Auxílio Brasil.

“É muito bom. Graças a Deus que aumentou, porque como as coisas estão muito caras, R$ 89 não dava pra fazer nada, nem para pagar a energia. Agora está bem melhor. Dá para a gente se virar melhor. Dá uma ajudinha boa. Não dá para comprar tudo, mas com o que a gente colhe na roça de legumes, o que sobra dá para pagar as contas”, diz.

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