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Vanessa Grazziotin pede aprovação da PEC do Soldado da Borracha

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Da redação

Plenário do Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) defendeu em Plenário, nesta segunda-feira (13), a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 556/2002, de sua autoria, conhecida como PEC do Soldado da Borracha.

A proposta, que está em tramitação há mais de dez anos na Câmara dos Deputados, iguala a situação dos soldados da borracha à  dos ex-combatentes de guerra da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que combateram os nazistas na 2ª Guerra Mundial na Europa.

Os soldados da borracha, lembrou a senadora, foram milhares de trabalhadores nordestinos, especialmente do Ceará, que foram levados à Amazônia nos anos 40 para abastecer a indústria bélica norte-americana durante a 2ª Guerra Mundial.

Com a aprovação da PEC, os soldados da borracha terão seus benefícios previdenciários ampliados, passando dos atuais R$ 1.356,00 para R$ 4.500,00.

De acordo com Vanessa Grazziotin, estima-se que durante a guerra 30 mil brasileiros que foram à Amazônia para trabalhar na extração de borracha morreram não por armas de fogo ou por bombas, mas em decorrência de malária, picadas de cobra e outras enfermidades que acometem com maior intensidade pessoas que não dominam os segredos da floresta.

Vanessa Grazziotin disse o seu partido, em todas as reuniões de líderes, tem defendido a aprovação da PEC.

– Mas, enquanto os grandes partidos não abraçarem também [a PEC] como sua prioridade, nós não conseguiremos levar a matéria a termo e votar para dar essa alegria aos soldados da  borracha – disse a senadora.

Agência Senado

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Nova presidente da Caixa assume cargo na terça-feira

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Daniella Consentino assinou hoje o termo de posse

A economista Daniella Marques Consentino teve o nome aprovado hoje (1º) pelo Comitê de Elegibilidade da Caixa Econômica Federal e assinou o termo de posse. Ela assumirá oficialmente o cargo na próxima terça-feira (5), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto.

Ex-secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Consentino substituirá Pedro Guimarães, que pediu demissão nessa quarta-feira (29), após denúncias de assédio sexual que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho. Ele negou as acusações na carta de renúncia.

No governo desde janeiro de 2019, Consentino foi chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia. Uma das principais assessoras do ministro Paulo Guedes, ela assumiu a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade no início do ano.

Com formação em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a nova presidente da Caixa tem MBA em Finanças pelo Ibmec e uma carreira no mercado financeiro. Foi diretora-executiva da Oren Investimentos e diretora de Risco e Compliance, sócia e gestora de Renda Variável da Mercatto Investimentos. Antes de entrar no governo, foi sócia do ministro Guedes na Bozano Investimentos, onde foi diretora de Compliance e Operações e Financeiras.

Edição: Aline Leal

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Presidente do TSE reafirma segurança do sistema de votação

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Durante o mês de julho, o tribunal estará de recesso

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, reafirmou hoje (1º) que o sistema de votação eletrônico é confiável e seguro. A declaração do ministro foi feita durante sessão de encerramento dos trabalhos do primeiro semestre. 

Durante o discurso, Fachin citou que faltam 90 dias para as eleições de outubro e afirmou que a Justiça Eleitoral tem buscado demonstrar que o sistema é aprovado nos testes de segurança realizados pelo tribunal e entidades externas e protege o sigilo do voto.

“O sistema eleitoral brasileiro é hígido, confiável e seguro transborda os limites da instituição e nos permite transferir essa inabalável certeza a todos os nossos compatriotas, a todos os cidadãos brasileiros. O seu voto está protegido e será contabilizado nas eleições”, declarou o presidente.

Durante o mês de julho, o tribunal estará em recesso e não haverá sessões de julgamento. No entanto, os preparativos para o pleito e a apreciação de questões urgentes continuarão a ser decididas por Fachin e o vice-presidente, ministro Alexandre de Moraes, que atuarão em esquema de revezamento de 15 dias no comando do TSE.

O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno  para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.

Edição: Maria Claudia

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Brasil assume presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU

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Este é o 11º mandato eletivo do Brasil durante o biênio 2022-2023

Por Agência Brasil – Brasília

O Brasil assumiu hoje (1º) a presidência rotativa do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU). O país ficará no comando do principal órgão multilateral responsável pela paz e segurança internacionais por todo o mês de julho. Este é o 11º mandato eletivo do Brasil durante o biênio 2022-2023.

Durante a presidência do Brasil, o Conselho de Segurança vai examinar a situação de segurança na Ucrânia, Síria, África Ocidental e região do Sahel, Colômbia, Líbano, Sudão, Oriente Médio, Haiti, Iêmen, Chipre, Líbia e Ásia Central. Também estão previstas resoluções sobre as missões da ONU no Haiti, Iêmen, Chipre e Líbia, e sobre regimes de sanções em vigor para Líbia e República Centro-Africana.

Entre as ações a serem executadas pelo Brasil em julho estão dois debates. O primeiro, no dia 12, sobre a importância da comunicação estratégica em operações de manutenção da paz e o segundo, no dia 19, sobre crianças e conflitos armados. Esse último debate será presidido pelo Secretário-Geral das Relações Exteriores, Embaixador Fernando Simas Magalhães.

“Durante o mandato do Brasil no CSNU e, em especial durante a presidência em julho, o Brasil buscará ampliar espaços de negociação e diálogo, promover agenda construtiva e investir em iniciativas que contribuam de maneira concreta para a manutenção da paz e segurança internacionais, em consonância com os preceitos constitucionais relevantes”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores, em nota.

Edição: Lílian Beraldo

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