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Acre

Vereadores de Brasileia se reúnem para tratar questão imobiliária no município

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Assessoria CMB

Atendendo a pedido da vereadora Erizete Lima PT, o Presidente da Câmara Municipal de Brasiléia Mário Jorge, reuniu-se ao final da sessão ordinária desta terca-feira 11, com proprietários de loteamentos e representante Imobiliário para tratar de alguns questionamentos relacionados a supervalorização de terrenos no município.

Inicialmente cada vereador colocou sua preocupação diante dos problemas. O vereador Carlinhos do Pelado lembrou que a legislação diz que cabe às imobiliárias no ato da demarcação de lotes para serem postos à venda, oferecer os serviços básicos de infra-estrutura, o que encarece os terrenos.

Para a vereadora Erizete que tem levantado os questionamentos sobre o valor de terras no município, é difícil entender que mesmo diante dos benefícios feitos nos bairros por parte do poder público, que era para ser oferecido pela imobiliária, os valores dos lotes continuem tão altos.

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Outro problema pautado na reunião se refere a falta de devolução do valor pago a imobiliária, quando um comprador deixa de pagar todas as parcelas, e que perde o lote e perdendo o que já pagou.

O senhor Catulo Campos proprietário da Imobiliária Campos imóveis diz que está difícil continuar no ramo imobiliário. “Nós temos que pagar toda estrutura básica para funcionamento de um loteamento, como água, luz e saneamento básico, e isso encarece demais o valor dos terrenos, se houvesse parceria isso cairia pela metade do preço. Um terreno hoje medindo 12 x 30 chega a sair por 30 a 35 mil reais, nossa população é carente”, disse ele.

Além do proprietário da Campos Imóveis, também esteve presente, os proprietários de áreas de terras em Brasiléia, Hilda Rabelo de Assis e  Nenen Pedrosa. Ao final o presidente Mario Jorge em comum acordo com todos encaminhou que os problemas precisam serem discutido em uma nova data, com outros setores do  Governo do Estado, Prefeitura e Ministério Publico.

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Durante Operação Guardiões do Bioma, PM prende cinco pessoas por desmatamento ilegal

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Assessoria de Comunicação da PMAC

Deflagrada sua segunda fase na última sexta-feira, 1°, em todo o Estado do Acre, a “Operação Guardiões do Bioma”, do Governo Federal, tem surtido efeitos. Duas prisões ocorreram pela Polícia Militar do Acre (PMAC) na Zona Rural de Rio Branco e Feijó.

O primeiro fato ocorreu no Ramal Capela, Rodovia AC 90, após uma equipe do 1° Batalhão, que se encontrava na Operação, realizar patrulhamento de rotina e encontrar duas motocicletas as margens da rodovia. Após incursão na mata foi possível abordar dois cidadãos. A dupla estava com uma motosserra, serrando uma castanheira.

O segundo fato ocorreu em Feijó, após averiguação de desmatamento ilegal. A equipe do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) realizou a prisão de três pessoas e apreendeu quatro motosserras. O trio estaria desmatando árvores no local. Ainda foi apreendido 14 terçados e três foices.

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Suspeito de matar ex com tiro na cabeça é preso pela Polícia Civil em Rio Branco

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Crime ocorreu no último dia 12 de junho no bairro Triângulo Novo. Polícia informou que ele também estava foragido por ter rompido tornozeleira eletrônica enquanto cumpria pena por tráfico de drogas.

Homem, de 23 anos, foi preso nessa sexta-feira (1), no bairro Triângulo Novo, mesmo local onde a jovem foi morta — Foto: Arquivo/PC-AC

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Acre

Mais de 45% da população do Acre está abaixo da linha da pobreza, diz estudo da FGV

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Estudo aponta que o número de pessoas com renda domiciliar per capita de R$ 497 mensais em 2021 aumentou 0.15 ponto percentual desde 2019.

Metade da população do Acre vive em situação de pobreza com renda mensal de meio-salário mínimo, diz Abrinq — Foto: Iryá Rodrigues/G1

Quase metade dos acreanos têm menos de meio salário-mínimo para passar o mês. É o que aponta o Mapa da Nova Pobreza, divulgado esta semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Segundo a fundação, o contingente de pessoas com renda domiciliar per capita até R$ 497 mensais atingiu 45,53% da população total do Acre. Com esse resultado, o Acre ocupa o 13º lugar no ranking dos estados com mais pobres do país. Em 2020 e 2019, ele ocupava a sexta posição.

O objetivo do levantamento, segundo a FGV, é avaliar a evolução espacial da pobreza nos últimos anos. A metodologia da pesquisa considerou os dados microdados da PNAD Contínua Anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo aponta que o número de pessoas viviam abaixo da linha da pobreza em 2021 aumentou 0.15 ponto percentual desde 2019, quando 45,37% da população acreana estava nessas condições. Ou seja, a pobreza aumentou no estado em meio à pandemia da Covid-19.

A capital acreana seguiu essa mesma tendência de alta. Em 2019, antes da pandemia, 32,56% da população vivia abaixo da linha da pobreza. E, no ano passado, já eram 38,29%.

No Brasil, o contingente de pessoas com renda per capita até R$ 497 mensais passou de 62 milhões em 2021, quase 30% da população do país. São 9 milhões a mais do que em 2019. Esses 9 milhões de pessoas é quase a população de Portugal, ou seja, um país inteiro com pessoas que ficaram pobres ao longo da pandemia.

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